segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Inscrições para a XXVI FESTA DO PÊRO


Estão abertas, a partir de hoje e até ao dia 10 de Setembro, as inscrições para os participantes na XXVI Festa do Pêro que se realiza nos dias 18 e 19 de Setembro.


Os interessados podem se inscrever para as seguintes categorias:

  • Tractores;
  • Barracas;
  • Cortejo Alegórico
As inscrições podem ser feitas presencialmente na Sede da Casa do Povo no Centro Cívico da Ponta do Pargo, pelo telefone 291 882 467, pelo telemóvel 966835427, por fax 291 882 057 ou então via electrónica para o endereço casadopovopontadopargo@hotmail.com. 



sábado, 14 de agosto de 2010

Pior do que o 20 de Fevereiro


" Esta é uma notícia, que vos dou com o coração tão negro como solo calcinado das vertentes do Pico do Areeiro". É desta forma que Raimundo Quintal reage à destruição causada pelos incêndios. Num mail divulgado pela Associação de Amigos do Parque Ecológico, é referido que o lume, impelido por rajadas de vento da ordem dos 100 Km/hora subiu velozmente as vertentes da Ribeira do Cidrão, vindo do fundo do Curral das Freiras.
Ao chegar ao Pico do Areeiro começou a descer e queimou tudo o que encontrou pelo caminho. A plantação dos Associação dos Amigos do Parque Ecológico não escapou à voracidade das chamas e muito do trabalho realizado nos últimos dez anos foi destruído em instantes. 
A extraordinária autorregeneração da formação vegetal primitiva que estava a ocorrer na área do Poço da Neve, na vertente oriental da Ribeira de
Santa Luzia, sofreu um forte revés.

Os bombeiros e os funcionários do Parque Ecológico, apesar do trabalho abnegado, não conseguiram travar o fogo que transformou em cinzas
uma parte significativa da vegetação do Chão da Lagoa e da vertente da Ribeira de Santa Luzia até à área da Casa do Barreiro, que também foi
afectada.

O Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha, propriedade da Associação dos Amigos do Parque Ecológico, também foi destruído. 
Raimundo Quintal refere que menos de seis meses depois da força arrasadora da água, as serras da Madeira são varridas pelo fogo. Mais uma vez os satélites meteorológicos registaram o fenómeno e já o difundiram na aldeia global. É por isso que entende que esconder ou fazer demagogia não são bons remédios para minimizar as causas do terrível ciclo: aluvião no Inverno - fogo no Verão.
Defende ser necessário reflectir e debater sem tibiezas, as causas naturais e antrópicas destes acidentes, que provocaram enormes feridas nos ecossistemas
e na sociedade madeirense.

"Nesta hora de profunda dor, apelo a todos os companheiros da Associação para que não desanimem perante este duro golpe e que acreditem
que com o seu trabalho voluntário o verde das espécies indígenas voltará a cobrir de esperança as serras do Areeiro", refere, salientando que, do ponto de vista ecológico, os incêndios dos últimos dias são piores do que o 20 de Fevereiro.

Texto: DN Madeira
Foto: Raimundo Quintal

Notícias relacionadas com os incêndios na Madeira

Para responder aos pedidos de muitos emigrantes da Ponta do Pargo e não só, fizemos aqui uma recolha de notícias que marcam a actualidade dos incêndios na Madeira. Infelizmente, vem a público que a Madeira só virá a ser como era daqui a 40 ou 50 anos (informação não oficial, fonte Facebook).


PARQUE ECOLÓGICO BASTANTE AFECTADO


CASA FLORESTAL ATINGIDA


QUATRO CASAS EVACUADAS NA CAMACHA


FOGO EVOLUI RAPIDAMENTE

Mais informação actualizada no Jornal da Madeira e no Dossier do Diário de Notícias










Fotos: Jornal da Madeira e Diário de Notícias/Madeira

Depois da "água" de Fevereiro vem o "fogo" de Agosto - Imagens do Funchal








Fotos: Joana Martins e I Love Madeira/Facebook

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

INCÊNDIOS - SITUAÇÃO OPERACIONAL

Clique na Imagem para saber mais
Entre as 17h00 de ontem e as 17h30 de hoje foi verificado um incêndio no Serrado - Ponta do Pargo que mobilizou 3 viaturas e 5 bombeiros da Corporação de Bombeiro Voluntários da Calheta. Este fogo teve início as 13 horas e encontra-se em "vigilância activa", segundo informação da Protecção Cívil

Imagem e fonte: Protecção Civil Madeira

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Incêndio florestal no Pedregal

Nove bombeiros Voluntários da Calheta estão a combater um incêndio florestal no sítio do Pedregal, na freguesia da Ponta do Pargo, no concelho da Calheta, mas "não está a ameaçar residências", disse uma fonte da corporação.



"O incêndio não está a ameaçar residências segundo nos revelou o chefe que se encontra no local, tendo deflagrado numa zona que não tem casas", referiu, adiantando que o fogo está controlado.

O fogo, na ponta oeste da ilha, atinge pinheiros, eucaliptos e matagal na parte alta da serra do Pedregal de difícil acesso encontrando-se no combate os Bombeiros Voluntários da Calheta com nove elementos e três viaturas.

A temperatura prevista para a Madeira é de 28 graus centígrados.

Texto: Agência LUSA

terça-feira, 10 de agosto de 2010

PARABÉNS RÁDIO CALHETA!



Faz hoje 9 anos que nasceu na Calheta o órgão de comunicação social que transmite informação actualizada para todos aqueles que residem e visitam o nosso concelho e arredores.

É sem dúvida um projecto que cresceu a olhos vistos durante estes anos. Um dos melhores programas transmitidos por esta rádio é o Clube da Música que é feito pela população, podendo dedicar músicas àqueles que são mais próximos. 

É de louvar o esforço que esta rádio faz para agradar todos, o que não é fácil, mas felizmente tem conseguido.

Recentemente esta rádio lançou o seu novo sítio online onde o visitante tem a possibilidade de ouvir a emissão, integrado no projecto ROLI (Rádio On Line), que leva a todos os emigrantes e residentes na Diáspora madeirense o que se ouve no nosso concelho.

O nosso muito obrigado a todos aqueles que dão voz ao nosso concelho através da Rádio Calheta.

Um abraço de todos os calhetenses ao Miguel Guarda, Nélio Freitas, Paulo Anastácio e a todos que colaboram com a Rádio Calheta. 

"Nesta altura, somos das Rádios madeirenses integradas no projecto ROLI (Rádio On Line) com maior numero de visitas, e em termos hertzianos temos sido muito solicitados para alargar a área de cobertura. Contudo, esse objectivo não depende apenas de nós. A legislação, em Portugal, não nos permite mais. Assim, esperamos que as alterações que se perspectivam para o sector possam vir de encontro a esse desejo dos nossos ouvintes.
Este sucesso em que nos vemos envolvido, deve-se sobretudo à resposta dada pelos nossos ouvintes e, também, pelas empresas que apostam em nós como veículo de promoção dos seus produtos e serviços.
A todos, um MUITO OBRIGADO."
Mensagem da Rádio Calheta



Impulsionar visibilidade e divulgar os faróis

Melhorar a exposição permanente sobre a história dos faróis na Região, que se encontra patente ao público no Farol da Ponta do Pargo, e impulsionar a visibilidade deste espaço, como uma forma de divulgação do património constituído por estas infra-estruturas, é a intenção do comandante da Zona Marítima da Madeira (ZMM).
Numa deslocação ao Farol da Ponta do Pargo, onde a nossa equipa de reportagem recebeu explicações sobre o funcionamento destas infra-estruturas e efectuou uma visita guiada ao edifício e à exposição, Pedro Amaral Frazão manifestou o desejo de fazer um “facelift” à exposição, dado que algum material já começa a acusar um pouco o tempo. Em causa estão não tanto o espólio e as fotografias existentes, mas pormenores como a iluminação e a estrutura expositiva, assim como disponibilizar em mais línguas (nomeadamente inglês e alemão) as informações que actualmente se encontram apenas em português. Esta é uma intervenção que se revela importante, tendo em conta o número de pessoas que visitam a mostra (o mês passado registaram-se 260 visitantes).
O responsável sublinha que esta exposição é importante não só em termos turísticos, como também educacionais. «Para as crianças que estão em idade escolar, julgo que é importante virem cá, porque ao percorrerem esta exposição ficam com uma ideia daquilo para que serve o farol» e sobre as infra-estruturas existentes na Região, as quais, para além de serem um património nacional, pela sua localização devem também ser interpretadas como um património regional. Na sua opinião, «nada melhor do que ter as novas gerações para difundir aquilo para que servem os faróis».
Como tal, Amaral Frazão manifesta a disponibilidade da Marinha para receber a visita das escolas a este local. «É isso que eu gostaria que acontecesse, impulsionar a visibilidade deste espaço, porque julgo que é importante sensibilizar as camadas mais jovens» e «é importante a juventude perceber para que servem os faróis e, sobretudo, «perceber que a segurança de quem anda no mar hoje não se resume à utilização do GPS», defendeu.
Por outro lado, o comandante da ZMM frisa a necessidade de melhorar este espaço expositivo tendo também em conta os investimentos que estão a ser feitos naquela zona da ilha. «Aqui a paredes meias com o farol está a ser feito o campo de golfe. Isto suscita, no meu entendimento, a disponibilidade de virem mais turistas a esta zona e, obviamente que, estando próximos, intuitivamente terão a curiosidade de vir ver o farol», referiu.
Pedro Amaral Frazão reafirma a sua intenção, por entender que há vantagens nisso. «Se nós melhorarmos a exposição, de certeza que o público fica mais bem servido e, o público ficando mais bem servido, a Região fica também», sublinhou, acrescentando que «do ponto de vista do turismo, este se calhar é um contributo modesto, mas pelo menos bem intencionado daquilo que à Marinha compete». Adiantou ainda que acima de tudo é o sentido de que a utilidade desta infra-estrutura pode e dever ser potenciada.
O responsável está à procura de parcerias com este intuito e diz-se convencido que «com alguma boa vontade e as parcerias certas, será possível concretizar» este desiderato.
Ainda sem querer adiantar grandes pormenores em relação a estes contactos, o nosso interlocutor referiu apenas que já fez consultas superficiais com uma entidade neste sentido e disse que «este é um assunto que tenho para começar a desenvolver agora a partir do último trimestre deste ano»
A exposição está patente ao público das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 16h00, gratuitamente.

Faroleiros necessários apesar da autonomização

Na Região existem quatro faróis e oito farolins. Os faróis estão situados respectivamente na Ponta do Pargo, São Jorge, Ponta de São Lourenço e Ilhéu de Cima, no Porto Santo.
Apesar da autonomização das infra-estruturas no que concerne ao processo de ligar e desligar (funcionam com sensores de luminosidade, painéis solares e baterias), em dois destes faróis, nomeadamente no da Ponta do Pargo e no de São Jorge, existem ainda faroleiros permanentemente. No total, existem nove faroleiros na Região. Destes, quatro estão permanentemente na Ponta do Pargo e três em São Jorge. Outros dois compõem a equipa de balizagem.
Tendo em conta a referida mecanização, questionado sobre esta profissão, o comandante da ZMM considera que a «necessidade dos faroleiros tem de ser vista com algum cuidado», porque, «se bem que esta capacidade de autonomia nos faróis exista do ponto de vista das suas condições de operação, nós não podemos nunca deixar de ter uma capacidade de intervenção em termos de reparações ou em termos preventivos».
Por isso, Amaral Frazão explica que esta gestão dos recursos é a mais adequada. A existência de faroleiros residentes em São Jorge e na Ponta do Pargo prende-se com o facto de serem mais acessíveis. «Se houver necessidade de uma primeira intervenção, ele já lá está. Isso é já uma vantagem competitiva em relação aos outros que não têm faroleiro e que demorará tempo a verificar o que se passa», adianta o responsável. Ou seja, no caso de haver alguma avaria, nestes dois faróis a intervenção é imediata, ao passo que nos restantes é necessário preparar uma deslocação aos mesmos.
Por outro lado, esta permanência deve-se ao facto de estes faróis estarem mais acessíveis e permeáveis a eventuais utilizações abusivas - embora não haja registo dessas situações -, mas também porque na Ponta do Pargo há a exposição permanente.
De referir ainda que a acção dos faroleiros não se cinge à reparação de possíveis avarias. Fazem igualmente uma manutenção preventiva, que não se limita ao farol propriamente dito, mas a todo o edifício. O nosso interlocutor refere que a polivalência destes homens «é utilizada na sua máxima extensão», desempenhando estes as mais diversas funções, tais como electricistas, mecânicos, pedreiros, carpinteiros, pintores, etc. Enquanto que nos faróis onde há residentes esta manutenção é contínua, nos outros é necessário planear uma deslocação com esse intuito.

Contacto com os faróis determinou profissão

Manuel Viveiros já é faroleiro há 28 anos. Iniciou funções em 1982. Actualmente, é um dos faroleiros permanentes no Farol da Ponta do Pargo.
O contacto com os faróis desde novo determinou a escolha desta profissão. Segundo relata, os seus familiares, em Machico, faziam o transporte de material para o Farol da Ponta de São Lourenço. A partir daí, optou por enveredar por este caminho.
Na Ponta do Pargo, onde se encontra, faz, juntamente com os colegas, a manutenção diária do farol, a reparação de avarias que surjam, o atendimento aos visitantes (dado que a exposição sobre os faróis está patente ao público nesta infra-estrutura) e a manutenção do próprio edifício. Tal como refere, «tudo o que está no farol para fazer, somos nós que fazemos».
Além deste, Manuel Viveiros adianta que vai muitas vezes reparar outros faróis e também farolins. Está, portanto, habituado a fazer algumas deslocações. Às Selvagens, por exemplo, já foi várias vezes.

Curiosidades sobre os faróis

Os faróis são elos de ligação entre a terra e o mar. São companheiros luminosos de marinheiros, navegadores e pescadores, estando normalmente associados à ideia de que “ali há terra”.

O termo farol deriva da palavra grega “Faros”, nome da ilha grega próxima de Alexandria, onde, no ano 280 a.c., foi erguido o Farol de Alexandria.

Na Região operam permanentemente quatro faróis e oito farolins.

O Farol da Ponta do Pargo foi estabelecido a 5 de Junho de 1922. Já o de São Jorge foi estabelecido a 12 de Abril de 1959.

Os farolins existentes nas Ilhas Selvagens começaram a funcionar em Junho de 1977.

As luzes emitidas pelos faróis são de diversos tipos: Fixa (luz contínua com intensidade e cor constantes); ocultações (a duração da luz é maior que a duração da obscuridade); isofásica (a duração da luz e da obscuridade são iguais); relâmpagos (a duração da luz é menor que a obscuridade); cintilante (a duração da luz e da obscuridade são iguais, mas com relâmpagos muito rápidos); e a alternada (apresenta alternadamente cores diferentes).

Os faróis emitem luzes de cores diferentes. O branco é a cor mais utilizada, na luz dos faróis. O vermelho é a cor utilizada em faróis na entrada de barras, canais, rios, portos e docas, indicando que a embarcação tem de dar bombordo à luz. Por seu turno, o verde é a cor utilizada em faróis na entrada de barras, canais, rios, portos e docas, indicando que a embarcação tem de dar estibordo à luz.

O alcance da luz dos faróis varia de acordo com vários factores, tais como a potência do aparelho óptico e a localização do observador. É expresso de três formas diferentes, nomeadamente o alcance geográfico, o alcance luminoso e o alcance nominal.

Os faróis têm como finalidade primária garantir a segurança dos navegantes. Tal como explica Amaral Frazão, «à noite, o farol não se destina a iluminar a superfície do mar, para que as pessoas tenham o caminho iluminado, como se de uma auto-estrada se tratasse». Consoante o tipo de luzes, a sua cadência, a sua cor, o navegante pode identificar de que farol se trata. A luz é utilizada para permitir ao navegante tirar uma linha de posição.

Texto e Foto: JM/Ricardo Caldeira

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Rali Vinho Madeira - Classificativa Ponta do Pargo 1 e 2


ESTRADAS ENCERRADAS:

  • ER101 - Desde a Ponta do Pargo até à Santa, passando pelas Achadas da Cruz 
    • das 07h20m até 11h00 e das 12h00 até às 15h30m



Foto: ValterGouveia

terça-feira, 27 de julho de 2010

Andreea Mamaliga - Novo Reforço da Ponta do Pargo

A Internacional e Campeã da Roménia Andreea Mamaliga, de 22 anos, é nova jogadora da Ponta do Pargo – Calheta.

A jovem jogadora, a jogar a 3 anos em Espanha no Cajasur Priego de Ténis de Mesa, onde colaborou decisivamente a trazer a equipa da 2ª Divisão Nacional à SuperLiga Espanhola e esta época com apuramento à Taça da ETTU, assina pela Ponta do Pargo, um compromisso válido para as próximas 3 épocas desportivas.

Esta jogadora tem um largo Curriculum de sucesso nas Selecções jovens da Roménia, País recentemente integrado na União Europeia, que apresenta muitos jogadores de grande nível mundial na modalidade.

Realce para as importantes vitórias alcançadas em Espanha na época passada nomeadamente sobre a jogadora Internacional Espanhola Galia Dvorak e a Internacional e melhor jogadora Grega Aikaterini Ntoulaki (ex São João RB).

Texto e foto: ADC PP

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Emanuel Pombo confirma vitória à geral em Porto de Mós



A “era” Emanuel Pombo enquanto principal piloto Elite do downhill português ficou uma vez mais patente com o “fecho d’ouro” da Taça de Portugal de DHI em Porto de Mós onde o actual campeão nacional conheceu um último sucesso na quinta e última prova do troféu.
O piloto madeirense impôs-se na já tradicional prova de desfecho da Taça de Portugal diante de Márcio Ferreira (MCF/CCD Município São Brás) – com mais de quatro segundos de avanço – e do “rival” Cláudio Loureiro (Team Bike Zone/MC Felgueiras). A prova de encerramento da Taça de Portugal DHI, disputada na Pista Bezerra, consagrou o natural da Ponta do Pargo com 167 pontos, mais vinte que o felgueirense Cláudio Loureiro. Luís Ferreira, principal revelação na categoria Elite, foi o terceiro classificado final com 126 pontos conquistados.
A prova de Porto de Mós encerrou um ciclo de cinco competições que começou em Sernancelhe e teve seguintes provas em disputa em Ribeira de Pena, Trofa, Góis e, finalmente, Porto de Mós onde Emanuel Pombo alcançou a sua terceira vitória na competição.
Nas restantes categorias, Porto de Mós confirmou os títulos dos líderes fazendo prova da regularidade ao longo do troféu. O júnior Carlos Castro (Team Commeçal/Sram) levou a melhor na sua categoria – três vitórias em cinco possíveis – fechando o troféu com última demonstração vitoriosa. Nos Cadetes, Ruben Horta (MCF/CC Município de São Brás) não foi o mais rápido na última prova - coube a José Vasconcelos essa derradeira vitória – mas somou pontos suficientes para terminar à cabeça do troféu na sua categoria.
Nas femininas, Ana Martins (Team Commençal/Sram) foi a terceira melhor mulher-piloto em Porto de Mós mas, tal como Ruben Horta, soube explorar a vantagem pontual das provas anteriores na conquista da Taça de Portugal DHI da sua categoria.
Por sua vez, Jose Estevão revelou-se o mais regular nos Veteranos B+C e, das cinco provas disputadas, apenas perdeu a última para João Salgueiros. Nos veteranos A, Ricardo Soares (Fundação Jorge Antunes) foi apenas segundo em Porto de Mós – vitória de Pedro Pinto – mas levou para casa o troféu de vencedor da Taça de Portugal DHI com 160 pontos, o equivalente a três vitórias em cinco possíveis.
Taça de Portugal DHI:

Elites
1º Emanuel Pombo (Liberty Seguros/Specialized), 167 pontos
2º Cláudio Loureiro (Team Bike Zone/MC Felgueiras), 147
3º Luis Ferreira (individual), 126


Fonte/Texto: Jornal "O JOGO"
Foto: Facebook/Emanuel Pombo

domingo, 18 de julho de 2010

Ponta do Pargo recebe projecto de 22 milhões

É mais um investimento de excelência que vai mudar a face da pacata freguesia da Ponta do Pargo, na Calheta. Depois de ter anunciado a construção do primeiro Hotel cinco estrelas do concelho da Calheta, com um custo previsto de 12 milhões de euros a inaugurar em Abril de 2012, a empresa Morgan Forbes - Developing Investiments, que trabalha preferencialmente com capitais de investidores, anunciou no seu sítio on-line que pretende avançar com um segundo projecto na mesma freguesia, mas no sítio do Pedregal.

O segundo investimento, intitulado 'Pearl Island', consiste na construção de 20 moradias de luxo, a um custo de venda médio de 1 milhão de euros, cada, numa área total de 17 mil e 500 metros, entretanto já adquiridos.

Stephen Murrel, um dos responsáveis pela empresa, a par com Michael Nascimento (filho de pais madeirenses), esteve esta semana na Região a estudar um terceiro investimento sobre o qual não quis falar. Contudo, acedeu falar ao DIÁRIO sobre este projecto da Ponta do Pargo. O britânico estima um investimento de 10 milhões de euros - 8,5 milhões na construção das casas e 1,5 com infra-estruturas.

Enquanto o hotel ficará situado nas imediações do campo de golfe, mais próximo do centro da freguesia da Ponta do Pargo, as 'villas' ficarão mais afastadas do centro.

PDM atrasa investimentos
Actualmente em fase de revisão, o PDM da Calheta está a considerar um conjunto de investimentos/projectos a serem implementados no concelho, entre os quais o "Ponta do Pargo Resort" e dessa forma, a dificultar, por enquanto, o avanço dos investimentos na Ponta do Pargo.

No entanto, Stephen Murrel admite conversações com o presidente da Câmara Municipal local, Manuel Baeta, no sentido de apurar a sensibilidade dos responsáveis autárquicos sobre o projecto. Inclusivamente, a apresentação do hotel contou com a presença do autarca que, garante o investidor inglês, admira o hotel.

"Medimos a sensibilidade do presidente da Câmara que reagiu com agrado aos dois projectos. Aproveitando a revisão do PDM, consultámos o município para aferir a viabilidade dos investimentos", sublinhou o investidor inglês.

Já com os terrenos onde os dois investimentos serão construídos adquiridos, Stephen Murrel, não teme que a revisão no PDM não venha a permitir os dois projectos. "São riscos calculados. Se não construirmos estes projectos poderemos, de acordo com o PDM, construir outros".

O investidor inglês sublinha que se envolveu nestes projectos com a intenção de ganhar dinheiro, já teve propostas para a venda dos dois investimentos. Não o fez porque insiste em querer deixar a sua marca na Região. "Tanto eu como o Michael, queremos deixar uma marca na Madeira".

Com o projecto das moradias bem mais atrasado do que o do Hotel, o investidor inglês estima que a licença para a construção do hotel seja emitida no final deste mês, depois, as obras poderão começar a par com as do Campo de Golfe.

Certo é que da parte da Morgan Forbes, há o interesse em dinamizar a freguesia, sem retirar a magia própria desta localidade. "Sabemos que depois do hotel e do loteamento, há a possibilidade de ali ser instalado um banco ou um supermercado que vão ajudar a modernizar a zona", terminou Stephen Murrel.

1 milhão de euros cada moradia
O segundo projecto da Morgan Forbes para a freguesia da Ponta do Pargo, no concelho da Calheta, prevê a construção de 20 moradias de luxo. A empresa anuncia desde logo o custo de cada uma dessas moradias: 1 milhão de euros. As casas serão construídas sobe o princípio da arquitectura bio-climática, com todos os cuidados que essa construção implica ao nível do conforto e poupanças energéticas.

Cada uma das 20 moradias, terá as seguintes valências: 3 grandes quartos de dormir, incluindo uma suite com WC, uma piscina, parque de estacionamento privado, ar condicionado centralizado e boca de incêndio em cada vila. Está ainda prevista a construção de uma oficina/estúdio e de um jardim circundante. Tudo junto, o projecto aponta para o custo acima indicado.

"Casas de sonho"
Susana Jesus, do atelier de arquitectura MSB - Arquitectura e Planeamento, diz que o conceito já se encontra definido, mas deverá evoluir de acordo com as pretensões dos investidores. "As casas serão construídas de acordo com as indicações dos investidores, isto porque na área que temos programada para a construção, poderá existir um investidor que queira uma área maior", explica.

A implantação dos lotes tem em média 700 metros quadrados, sendo que no extremo da urbanização, deverá existir uma casa de sonho (na foto), inserido num lote com uma área de 3500 metros quadrados. "O conceito arquitectónico das casas está próximo daquilo a que chamamos de uma casa na árvore tendo em conta a envolvência na paisagem e as características dos materiais que serão utilizados".

Fonte e Texto: DN
Foto: Morgan Forbes

sábado, 17 de julho de 2010

Grupo de Cantigas Norte a Sul actuou ontem na Festa da Lapa - Paul do Mar




Fotos: Paulo Garcês (www.paulogarces.blogspot.com)