segunda-feira, 21 de setembro de 2009

DECORAÇÃO DA IGREJA PAROQUIAL DA PONTA DO PARGO, POR JOÃO EGÍDIO - XXV FESTA DO PÊRO
























































ABRAÇO DA MADEIRA - ANTENA 1 - XXV FESTA DO PÊRO





























ABERTURA DA XXV FESTA DO PÊRO


























































ACTUAÇÃO DO ARTISTA JOÃO LUIS MENDONÇA







LANÇAMENTO DO CD "CANTIGAS D'OUTROS TEMPOS" DO GRUPO DE CANTIGAS NORTE A SUL



Fotos: João Luis Mendonça

JOÃO LUÍS MENDONÇA, actuou na 25ª FESTA DO PÊRO, na PONTA DO PARGO.

O CANTOR ACTUOU ACONVITE DA CASA DO POVO DA PONTA DO PARGO, NA 25ª EDIÇÃO DA FESTA DO PÊRO, NA PONTA DO PARGO, NESTE SÁBADO, DIA 19 DE SEMTEMBRO, TENDO SIDO MUITO BEM RECEBIDO POR TODOS QUANTOS ASSITIRAM A ESTA ACTUAÇÃO, QUE CONGREGOU TEMAS ORIGINAIS DO ARTISTAS, ENTRE OUTROS DE VÁRIOS INTERPRETES NACIONAIS E INTERNACIONAIS.

NESTE PRIMEIRO DIA DAS BODAS DE PRATA DA FESTA DO PÊRO, HOUVE LUGAR Á APRESENTAÇÃO DO CD DO GRUPO DE CANTIGAS NORTE A SUL, DA CASA DO POVO DA PONTA DO PARGO, SITUAÇÃO QUE ANTECEDEU A ACTUAÇÃO DO CANTAUTOR JOÃO LUÍS MENDONÇA, COMO AINDA DA BANDA " OS LORDES " APÓS A ACTUAÇÃO DO CANTOR.

A APRESENTAÇÃO DESTE EVENTO ESTÁ AO CUIDADO DE CARLOS PEREIRA, O QUAL É UM PROFUNDO CONHECEDOR DAS ARTES DE APRESENTAÇÃO, E NÃO SÓ.

AGRADEÇO EM PARTICULAR AO SR ALCINDO ANDRADE, PELO CONVITE, BEM COMO Á SRA PRESIDENTE DA CASA DO POVO D MARIA DO ROSÁRIO GOUVEIA, DEVENDO DEIXAR UMA PALAVRA DE APREÇO AO AMIGO JOÃO PITA, POR TUDO O QUE LEVOU A EFEITO, PARA QUE ESTA ACTUAÇÃO DO JLM FOSSE BEM DIVULGADA.

A TODOS, BEM HAJAM!!!

FONTE: Site de JLM

'Cantigas d'Outros Tempos' fizeram-se ouvir sábado na abertura da Festa do Pêro

'Cantigas d'Outros Tempos' é o título do CD gravado pelo Grupo de Cantigas Norte a Sul da Casa do Povo da Ponta do Pargo, que sábado foi formalmente apresentado, por ocasião da abertura das festividades alusivas à Festa do Pêro.

Composto por 19 faixas, o trabalho discográfico resulta da junção de temas recolhidos na própria localidade, com destaque para o Baile da Ponta do Pargo, e de outras músicas extraídas do cancioneiro popular português.

Com apenas dois anos de existência, o Grupo de Cantigas Norte a Sul, que integra 12 elementos, concretiza assim um dos "sonhos", até porque, salienta Alcindo Andrade, a maioria dos músicos "são iniciantes nos instrumentos tradicionais". O coordenador do grupo justifica esta aposta como forma de responder a "algumas solicitações", e também porque entenderam que esta "era a altura ideal" para lançar o trabalho de estreia. Para que tal fosse possível, regista os apoios da Casa do Povo e da Junta de Freguesia da Ponta do Pargo, assim como, da Câmara Municipal da Calheta, entre outros.

A 12,5 euros, o CD estará à venda nos locais habituais. No lançamento, como forma de promoção do trabalho, o Grupo teve honras de abertura na animação da Festa do Pêro.


Fonte: DN/Orlando Drumond

Negócio foi fraco para produtores e feirantes que se deslocaram à Ponta do Pargo



"Isto [Festa do Pêro] havia de ser no início do mês, quando se recebe a reforma". A sugestão é de Cristina Valente, uma das agricultoras presentes no certame da Ponta do Pargo, que lamentou o fraco negócio. "Este ano está pior. Vêm, olham e vão-se embora. Não compram quase nada".

Apesar de ainda ser o início da tarde - cerca das 13h30 - e de algumas centenas de pessoas 'colorirem' o certame ao deambularem pelas ruas junto à igreja, o desânimo estava já estampado nos rostos da maioria dos que ali procuravam vender os seus produtos, onde afinal o pêro não era 'rei'. Serve apenas de pretexto para a festa e para mobilizar os agricultores a (tentar) escoar os produtos da terra. "Já pus mais barato, mas mesmo assim..." lamentou a dona do espaço, proveniente da Raposeira.

A pouca distância, Maria José Sousa também se queixava. "Isto está fraco. Está mal para todos", disse resignada.

Nos 'comes e bebes' a coisa não ia melhor. Manuel Costa apostou em levar "cento e tal quilos" de carne. "Isto está pior", assegurou. Ainda assim tinha esperança de vender "metade [em relação] ao ano passado".

Pior ainda estava o cenário junto dos feirantes de bijutarias, roupas e afins. Desviados do 'centro das atenções', Manuel Lustriano era o espelho do desalento. Sentado e cabisbaixo, junto da sua banca, apenas confirmou aquilo que (não) se via. "Quase ninguém pára aqui. Está muito fraco".

De resto viram-se mais pêros à espera de compradores ao longo da berma da Estrada Regional, do que propriamente no centro da freguesia, no 'epicentro' da Festa dita do Pêro.

Os derivados do fruto foi também uma das apostas para tentar escoar o produto, enquanto a animação acabou por ser 'o prato forte' do evento.

Festa do Pêro vai mudar de data

Nas 'bodas de prata' da Festa do Pêro, ficou o anúncio de que este certame, que é um dos maiores cartazes da freguesia da Ponta do Pargo, não pode preceder a Festa da Sidra, que já se realizou no fim-de-semana anterior.

"Está aqui qualquer coisa de errado", apontou Alberto João Jardim. "A semana passada fez-se a Festa da Sidra no Santo da Serra e agora é que se está fazendo a do Pêro! Quer dizer, pegou-se na sidra e voltou a ser pêro? Não pode ser. Tem de ser primeiro a Festa do Pêro e depois a Festa da Sidra, senão isto não tem sentido nenhum", explicou.

Na qualidade de presidente do Governo Regional, o discurso de Alberto João Jardim foi curto. "Já adivinham aquilo que eu queria dizer mas que na Democracia portuguesa estou proibido de dizer", disse, rematando: "as pessoas são inteligentes porque já me percebem".

Por último lançou uma 'farpa' com ironia. "Eles em Lisboa é que pensam que a gente não percebe. A gente não percebe é o que vai por detrás daquilo por lá", disse, concluindo: "Isto não tem segundo sentido, o que vai por detrás daquilo".


Fonte: DN/Orlando Drumond

Jardim sugere alteração no calendário de eventos


O presidente do Governo Regional sugeriu ontem, na Ponta do Pargo, que o calendário de eventos deverá ser reajustado, eventualmente, já no próximo ano. Alberto João Jardim, que se referia ao facto da “Festa da Sidra” ter sido feita antes da “Festa do Pêro”, disse que essa é uma questão que deverá ser, agora, acertada pelo secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António Correia, que é quem tem a tutela desta área.
O chefe do Executivo madeirense, que antes já tinha trocado impressões com o presidente da Câmara Municipal da Calheta e com outros vereadores daquela autarquia sobre o assunto, disse que não faz sentido que a “Festa da Sidra”, no Santo da Serra, seja feita antes da “Festa do Pêro”, na Ponta do Pargo, sugerindo, por isso, que se inverta a ordem destas festividades no calendário de eventos.
Alberto João Jardim, que começou por saudar os produtores de pêro e outros produtores que participaram em mais uma edição da “Festa do Pêro”, disse também que uma das preocupações do seus governos, foi o de criar «nalgumas das mais típicas freguesias da Madeira, como é o caso da Ponta do Pargo, criar um acontecimento que ponha essa freguesia no mapa daquilo que vai ser a atracção da Região Autónoma da Madeira durante o ano».
«E, por isso — prosseguiu o chefe do Executivo madeirense — e dado o tipo produção que encontramos nesta freguesia, escolheu-se este tema a “Festa do Pêro”», aproveitando para felicitar, a este propósito, «o secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, que tem também a responsabilidade da agricultura, bem como os senhores directores regionais da Agricultura e das Florestas, e todas as suas equipas, pelo entusiasmo que põem sempre neste trabalho».
Durante a sua intervenção, Alberto João Jardim fez também questão de felicitar o empenho do presidente da Câmara Municipal da Calheta, Manuel Baeta, bem como os responsáveis pela Casa do Povo da Ponta do Pargo, os quais, em articulação com o Governo Regional, tornaram a “Festa do Pêro” o evento que ele é hoje.
No final da sua alocução, no âmbito da “Festa do Pêro”, Alberto João Jardim fez questão de dizer que não iria fazer um discurso político, atendendo ao facto de estar ali na qualidade de presidente do Governo Regional. E, por isso, afirmou, que não tem de «chamar a brasa à minha sardinha. Mas, as pessoas que me conhecem, sabem como é a minha brasa e sabem como é a minha sardinha. E, portanto, como sabem como é a minha brasa e a minha sardinha, também já adivinham aquilo que eu ia dizer, mas que não vou dizer. E, como é tudo gente inteligente, que sabe o que eu ia dizer, mas que na democracia portuguesa estou proibido de dizer, eu só tenho de dizer que as pessoas são inteligentes, porque já perceberam».
Eles em Lisboa, acrescentou Alberto João Jardim, «é que pensam que a gente não percebe. A gente percebe até o que vai por trás daquilo lá».

Rendimentos dos agricultores têm vindo a aumentar

À margem das comemorações da “Festa do Pêro”, na Ponta do Pargo, o secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais reafirmou que, ao contrário do que tem sido dito por alguns partidos, como é o caso do CDS/PP, o rendimento médio dos agricultores tem vindo a aumentar. Isso mesmo é confirmado pelos dados do INE, onde se observa, segundo Manuel António Correia, que o Valor Acrescentado Bruto do sector subiu cerca de 50% entre 2001 e 2006.
Manuel António Correia desmente que as produções tenham vindo a baixar e aponta como exemplo a cana sacarina, que passou das 2.800 toneladas no ano 2000, para as actuais seis mil. O mesmo acontecendo com os hortícolas, que viram também a sua quota de mercado subir significativamente.
A única produção que baixou, disse, foi a banana, embora a produtividade e os rendimentos, como já referiu, tenham vindo a aumentar, bem como as condições de se fazer a agricultura. A redução das áreas de cultivo da banana, segundo Manuel António Correia, resultam de uma opção estratégica de melhoria da qualidade de vida das pessoas. No lugar dos bananais surgiram outras áreas económicas importantes, como o turismo, estradas, habitação social e equipamentos sociais, bem como centros de saúde e hospitais. O novo hospital, tal como recordou, vai nascer numa área considerável de bananeiras. Uma opção que, em seu entender, é inquestionável quanto à importância deste para os madeirenses.

Fonte: JM

domingo, 20 de setembro de 2009

Acompanhe a emissão "Abraço da Madeira" em directo


Basta clicar aqui para ouvir a emissão do programa "Abraço da Madeira" hoje em directo da Ponta do Pargo, na Festa do Pêro.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

ENTREVISTA DE MARIA ROSÁRIO GOUVEIA ABREU GOUVEIA À RÁDIO CALHETA

ENTREVISTA DADA A RÁDIO CALHETA

AMANHÃ MARIA DO ROSÁRIO SERÁ CONVIDADA DO PROGRAMA DE NÉLIO FREITAS E SUSANA SILVA DA RÁDIO CALHETA PELAS 10H00

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

" Música é festa "

NÃO PERCA O GRANDE ESPECTÁCULO DE JOÃO LUÍS MENDONÇA NO PRÓXIMO SÁBADO, 19 DE SETEMBRO DE 2009 PELAS 20H00 NO LARGO CÓNEGO HOMEM DE GOUVEIA NA RUA DR. VASCO AUGUSTO FRANÇA, NO ÂMBITO DA XXV FESTA DO PÊRO 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

XXV Festa do Pêro

A freguesia da Ponta do Pargo promove a próxima edição da Festa do Pêro nos dias 19 e 20, um certame que terá música, folclore e muitos outros atractivos.

O evento arranca no dia 19, às 18 horas, com missa, seguida às 19 horas pelo lançamento do CD 'Cantigas d'Outros Tempos' do Grupo de Cantigas Norte a Sul da Casa do Povo da Ponta do Pargo. Depois, actuam o Grupo de Cantigas Norte a Sul da Casa do Povo da Ponta do Pargo, João Luís Mendonça, e finalmente, às 21 horas, realiza-se o concerto do conjunto musical Os Lordes.

No domingo, dia 20, a festa abre às 9 horas com a actuação da Banda Municipal Paulense, seguindo-se missa, ao meio-dia, solenizada pelo Grupo da Paróquia do Amparo. À tarde, destaque para as actuações, a partir das 13h30, das seguintes formações: Grupo de Cantigas Norte a Sul da Casa do Povo da Ponta do Pargo, Grupo de Folclore da Casa do Povo do Porto Moniz, Grupo de Cordas da Casa do Povo da Fajã da Ovelha e Grupo Recreativo da Casa do Povo de São Roque do Faial. Às 16 horas, realiza-se o cortejo alegórico e uma demonstração gastronómica com o chefe executivo Amândio Gonçalves, do Hotel Meliã. Depois, a partir das 16h45, o programa segue com o Grupo de Folclore da Casa do Povo de Santana, entrega de prémios aos agricultores, Grupo de Folclore MonteVerde, Grupo de Acordeões da Ribeira Brava, Grupo de Instrumentos Tradicionais da Casa do Povo da Boaventura, Grupo de Folclore do Jardim da Serra, Grupo Instrumental e Coral da Casa do Povo da Calheta, Grupo Humorístico 4 Litro, Grupo Musical Ventos do Norte, terminando às 21h30, com o conjunto musical Os Lordes.

A XXV Festa do Pêro é organizada pela Casa do Povo da Ponta do Pargo e é apresentada por Carlos Pereira.

Fonte: DN