terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
GRUPO DE CANTIGAS NORTE A SUL VOLTA A CANTAR E A ENCANTAR
O Grupo de Cantigas Norte a Sul, voltou ontem à freguesia do Arco da Calheta para animar a 'Festa do Senhor' organizada pela paróquia do Arco da Calheta.
Como já aconteceu na Paróquia do Loreto umas semanas atrás, o grupo foi recebido da melhor maneira.
Foram cerca de 2 horas de animação devididas em 2 partes. Houve uma animação fantástica da parte da população local.
Ficam aqui algumas imagens.
Recorde-se que este grupo nos últimos tempos tem recebido diversos convites para actuar na região.
Como já aconteceu na Paróquia do Loreto umas semanas atrás, o grupo foi recebido da melhor maneira.
Foram cerca de 2 horas de animação devididas em 2 partes. Houve uma animação fantástica da parte da população local.
Ficam aqui algumas imagens.
Recorde-se que este grupo nos últimos tempos tem recebido diversos convites para actuar na região.
Atropelamento de moto faz um morto na Ponta do Pargo
Acidente provoca um morto e dois feridos graves
O óbito foi confirmado no local do acidente, no Amparo. Os dois feridos foram encaminhados, um para o Hospital e outro para o Centro de Saúde.
Data: 13-07-2009
Um homem com idade à volta dos 55 anos morreu ao ser atropelado por um motociclo, no sítio do Amparo, na freguesia da Ponta do Pargo.
Do acidente de viação, ocorrido na manhã desta segunda-feira, pouco antes das 10 horas, sairam ainda feridas outras duas pessoas.
Um ferido grave foi encaminhado para o Hospital Central do Funchal. O outro, ligeiro, estava a ser observado no Centro de Saúde da Calheta.
Para o local foram mobilizadas ambulâncias dos Bombeiros Voluntários da Calheta. O socorro às vítimas contou com o apoio da EMIR.
Leia mais na edição de amanhã do DIÁRIO e acompanhe os desenvolvimentos na TSF-Madeira, na 100 FM.
Fonte: Diário Online
O óbito foi confirmado no local do acidente, no Amparo. Os dois feridos foram encaminhados, um para o Hospital e outro para o Centro de Saúde.
Data: 13-07-2009
Um homem com idade à volta dos 55 anos morreu ao ser atropelado por um motociclo, no sítio do Amparo, na freguesia da Ponta do Pargo.
Do acidente de viação, ocorrido na manhã desta segunda-feira, pouco antes das 10 horas, sairam ainda feridas outras duas pessoas.
Um ferido grave foi encaminhado para o Hospital Central do Funchal. O outro, ligeiro, estava a ser observado no Centro de Saúde da Calheta.
Para o local foram mobilizadas ambulâncias dos Bombeiros Voluntários da Calheta. O socorro às vítimas contou com o apoio da EMIR.
Leia mais na edição de amanhã do DIÁRIO e acompanhe os desenvolvimentos na TSF-Madeira, na 100 FM.
Fonte: Diário Online
Esteira de espuma
Uma viagem marítima tem um sabor único; entre mar e céu, “cavalgando” as ondas, o navio segue o seu rumo. Minuto após minuto, hora após hora, dia após dia, aparentemente “um cavaleiro errante”, a nave imensa “traça” sua rota!
Alheia à máquina que navegava, cruzando o oceano, a vida fervilhava, fazia nascer encontros, conhecer novas pessoas, ensaiar um novo idioma – no navio viajavam cidadãos espanhóis e italianos, enfim, uma cidade em miniatura que só não fazia esquecer os laços familiares e sentimentais que ligavam o Manoel à sua ilha e à sua gente.
Da amurada do barco, vira desaparecer, à distância, primeiro, seus pais que estavam na sua despedida, a sua cidade e, por fim, as montanhas que, em anfiteatro, cercam o burgo.
À medida que o navio avançava para o alto mar, desapareciam entre a neblina rarefeita, os últimos picos das montanhas. Um último apito, o último silvo, triste, pungente, dava o toque de despedida. Dificilmente encontraremos uma simbiose tão estranha como esta em relação à saudade e distância que aumentava mais e mais...
Uma dor difícil de amainar permaneceu assim, por horas, no coração de nosso personagem.
Mas, o ritmo da aventura, sem desligar seus laços ancestrais, dava o tom à vida, ao bulício que se antevia para seu futuro!...
O navio singrava rumo à América do Sul. A bordo, mais de 3000 passageiros, uma pequena cidade flutuante que se esparramava pelos conveses, corredores, beliches, piscinas, salas de jogos, refeitórios, cinema, etc. À popa, havia mesas de ping-pong onde se aglomeravam alguns passageiros disputando partidas animadíssimas.
A monotonia da viagem era quebrada por alguma onda mais forte que balançava desmedidamente o enorme navio de cerca de 200 metros de comprimento. Na sua esteira, como que abrindo o mar em dois, um rastro de espuma branca estendia-se por entre as águas azul-esverdeadas que se confundiam com os matizes infinitos do fimamento.
A princípio, o rastro prateado, espesso, leitoso, parecia não se desfazer. À medida que se distanciava o barco, refazia-se o mar como que diluindo os pensamentos do Manoel, pensativo e ainda com saudades apertando o peito. Olhando a espuma que, sabia, indicava o rumo da sua ilha, uma lágrima confundia-se na sua memória, incisiva e persistente, não deixando no olvido a família que lá deixara e, em última análise, as fortes lembranças de sua meninice!...
O mar era o elo. Ao mesmo tempo em que “cortava” seu cordão umbilical, fazia-o homem e a cuidar-se de se próprio; e, na rota para o sul, uma cidade flutuante, cheia de vida, o apartava dos seus e se via em um solilóquio que teimava em não desaparecer...
Eleutério Sousa
Alheia à máquina que navegava, cruzando o oceano, a vida fervilhava, fazia nascer encontros, conhecer novas pessoas, ensaiar um novo idioma – no navio viajavam cidadãos espanhóis e italianos, enfim, uma cidade em miniatura que só não fazia esquecer os laços familiares e sentimentais que ligavam o Manoel à sua ilha e à sua gente.
Da amurada do barco, vira desaparecer, à distância, primeiro, seus pais que estavam na sua despedida, a sua cidade e, por fim, as montanhas que, em anfiteatro, cercam o burgo.
À medida que o navio avançava para o alto mar, desapareciam entre a neblina rarefeita, os últimos picos das montanhas. Um último apito, o último silvo, triste, pungente, dava o toque de despedida. Dificilmente encontraremos uma simbiose tão estranha como esta em relação à saudade e distância que aumentava mais e mais...
Uma dor difícil de amainar permaneceu assim, por horas, no coração de nosso personagem.
Mas, o ritmo da aventura, sem desligar seus laços ancestrais, dava o tom à vida, ao bulício que se antevia para seu futuro!...
O navio singrava rumo à América do Sul. A bordo, mais de 3000 passageiros, uma pequena cidade flutuante que se esparramava pelos conveses, corredores, beliches, piscinas, salas de jogos, refeitórios, cinema, etc. À popa, havia mesas de ping-pong onde se aglomeravam alguns passageiros disputando partidas animadíssimas.
A monotonia da viagem era quebrada por alguma onda mais forte que balançava desmedidamente o enorme navio de cerca de 200 metros de comprimento. Na sua esteira, como que abrindo o mar em dois, um rastro de espuma branca estendia-se por entre as águas azul-esverdeadas que se confundiam com os matizes infinitos do fimamento.
A princípio, o rastro prateado, espesso, leitoso, parecia não se desfazer. À medida que se distanciava o barco, refazia-se o mar como que diluindo os pensamentos do Manoel, pensativo e ainda com saudades apertando o peito. Olhando a espuma que, sabia, indicava o rumo da sua ilha, uma lágrima confundia-se na sua memória, incisiva e persistente, não deixando no olvido a família que lá deixara e, em última análise, as fortes lembranças de sua meninice!...
O mar era o elo. Ao mesmo tempo em que “cortava” seu cordão umbilical, fazia-o homem e a cuidar-se de se próprio; e, na rota para o sul, uma cidade flutuante, cheia de vida, o apartava dos seus e se via em um solilóquio que teimava em não desaparecer...
Eleutério Sousa
Jogos da Lusofonia: Dois atletas da ADC Ponta do Pargo no Podium
André Silva venceu a medalha de ouro no ténis de mesa, depois de uma final portuguesa. O atleta do AR Novelense teve pela frente o compatriota Nuno Henrique, futuro atleta da ADC Ponta do Pargo, e num encontro equilibrado, André venceu por 4-3 (11-5, 11-5, 7-11, 13-11, 7-11, 12-14 e 11-8), subindo ao lugar mais alto do pódio.
Para a medalha de bronze, o duelo foi entre macaenses, com Kin Leong a vencer Hon Vong por 4-1.
No feminino, Ana Neves (ADC Ponta do Pargo) conquistou a medalha de bronze ao derrotar a brasileira Lívia Mizobuchi por 4-1, enuqanto na final a brasileira Lígia Silva venceu a compatriota Mariany Nonaka por 4-0.
Para a medalha de bronze, o duelo foi entre macaenses, com Kin Leong a vencer Hon Vong por 4-1.
No feminino, Ana Neves (ADC Ponta do Pargo) conquistou a medalha de bronze ao derrotar a brasileira Lívia Mizobuchi por 4-1, enuqanto na final a brasileira Lígia Silva venceu a compatriota Mariany Nonaka por 4-0.
domingo, 12 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
VEM DIVERTIR-TE CONNOSCO
Vem e traz o teu pai.
Vem fazer um carrinho de cana
e uma joeira.
Hoje, as 16h00
quinta-feira, 9 de julho de 2009
CONVITE: X ANIVERSÁRIO DA ADC PONTA DO PARGO

Na próxima quinta feira, 16 de Julho, a ADC Ponta do Pargo está de parabéns, comemora assim 10 anos ao serviço da população.
PROGRAMA DE ACTIVIDADES
16 de Julho de 2009
14h00 - Sessão de Cinema - "Sonhar é fácil"
15h45 - Momento Musical
16h00 - Inauguração da exposição da artista Lurdes Ferro - "Do Corpo à Tela"
17h00 - Soprar das Velas: X Aniversário.
X Aniversário - ADC distribui roupas novas na Escola do Paúl do Mar
À semelhança do que já tinha sido feito na Escola do Salão – Ponta do Pargo e Escola da Raposeira - Fajã da Ovelha, a ADC Ponta do Pargo foi à Escola do Paúl do Mar distribuir roupas novas a todas as crianças da Freguesia.
Esta actividade está inserida no X Aniversário do Clube e pretende agradecer, nesta data festiva, todo o apoio que tem sentido da população do Paúl do Mar ,assim como, a permanente disponibilidade, sempre demonstrada, pela Escola e seu director Professor Helder Vinagre, nas parcerias desenvolvidas, com agrado e sucesso, ao longo dos anos.
Obrigado Paúl do Mar
quarta-feira, 8 de julho de 2009
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