sábado, 25 de abril de 2009

Revolução dos Cravos



PORTUGAL - Anteriormente ao 25/4/74 e suas causas




Desde as lutas liberais na primeira metade do século XIX que o país vive divisões e conflitos internos. Ainda assim foi um período de progresso sobretudo na segunda parte do século XIX, contudo a tensão foi enorme nas ultimas décadas da monarquia e que se acentuara após a república, com sucessivos governos a “caírem” e inflações descontroladas. É neste cenário de instabilidade e marasmo que na sequência dum golpe militar (de generais a 28/05/1926) que inicia-se o “estado novo” e que viria a terminar também através dum golpe militar (mas de capitães em 25/04/1974). António Oliveira Salazar que no inicio era ministro das finanças, teve o dom de controlar a inflação, passou a presidente do conselho aquando da remodelação do governo em 1933 começando aí a designação “Estado Novo”. De inspiração fascista (como em alguns países na Europa à época ). Regime fortemente centralizado pelo governo/estado e ditatorial. Para isso conseguiu impor finalmente uma acalmia e uma ordem social no país, contando para isso com uma policia especifica para o efeito. Primeiramente PVDE (Policia de Vigilância e de Defesa do Estado). Depois alteraram o nome para PIDE (Policia Internacional e de Defesa do Estado) este foi o nome que perdurou mais tempo, por fim DGS (Direcção Geral de Segurança) já com Marcello Caetano em presidente do conselho de ministros (1968) após saída de Salazar por incapacidade sobretudo física provocada por uma queda quando sentado numa cadeira em São Pedro do Estoril que também lhe provocou lesões cerebrais. Após a 2ª guerra mundial o mundo transformava-se enquanto Portugal mantinha-se estático e inabalável como se o tempo tivesse parado. As potências coloniais começavam a desfazer os seus impérios enquanto Portugal mantinha o seu império através da força de defesa militar, que teve inicio em 1961 na Guiné-Bissau e que depressa se estendeu à Angola e Moçambique. (Já nesse ano de 1961 Portugal tinha perdido as praças de Goa, Damão e Dio para a União Indiana). A guerra em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau aumentava, o inimigo cada vez mais bem apetrechado belicamente sobretudo com armas Soviéticas mas também Americanas. O inimigo actuava em guerrilha no mato. Os anos sucediam-se e a guerra sem fim à vista cansava o sector militar que já mostrava algum cansaço. Na Guiné-Bissau a situação era já tão descontrolada que na reunião da ONU de 25/9/73, 47 países reconheceram a Guiné-Bissau como independente! A sociedade civil também descontente em que as famílias Portuguesas viam os seus filhos partirem para uma guerra longe com um tempo de serviço militar obrigatório quase sempre superior a três anos! A fadiga e o descontentamento militar levaram os militares a fazerem reuniões secretas que começaram em Agosto e Setembro de 1973 e que se prolongaram pelo inicio de 1974. (Em 22/2/74 sai o livro “Portugal e o futuro” de A. Spínola) (No inicio de 1974 Marcello Caetano em visita a Londres foi recebido em ambiente hostil e de contestação devido à situação colonial). Das reuniões secretas nasce a ideia de fazer-se constar que se iria fazer o golpe militar no 1º de Maio aproveitando as habituais escaramuças do dia do trabalhador para assim fazer-se o golpe antes e apanhar o regime desprevenido. Daí o golpe de 16/4/74 do Regimento de Infantaria 5 das Caldas da Rainha (cerca de 200 homens entre praças, sargentos e oficiais), que mal planeado, a 3 quilómetros de Lisboa souberam que estavam sozinhos e voltaram para trás, vindo a ser detidos. 11 ficaram detidos na Trafaria. Ficou no pensamento dos militares amigos dos detidos irem salva-los mas sem serem presos. (A PIDE acreditou no embuste dos revoltosos irem tentar o golpe só no dia 1 de Maio, desenvolvendo os meios e estando em alerta para esse dia especifico e sobretudo tendo uma lista de captura de oficiais entre eles Otelo para o dia 27 de Abril). Daí o golpe de estado «25 de Abril» ter-se dado pela questão militar do Ultramar e não pela razão do regime ser uma ditadura anti-democrática e contra a liberdade de expressão, já que politicamente os opositores ao regime estavam exilados ou presos e não tinham qualquer poder ou forma de fazer face ao regime pela força. A sua força era a cultura de outros ideais que irritavam o governo fascista que queria manter a situação imutável e o povo na ignorância.




Francisco Silva




Resumo do dia 25 de Abril de 74


Otelo Saraiva de Carvalho por volta das 22 horas do dia 24/4/1974 fardado com blusão de cabedal chega ao Regimento de Engenharia Nº1, na Pontinha. É ali que o major acompanhado de outros oficiais: Os tenentes-coronéis Garcia dos Santos e Lopes Pires, o comandante Victor Crespo, os majores Sanches Osório e José Maria Azevedo, o capitão Luís de Macedo… Ali instalam o posto de comando num pequeno anexo com as janelas tapadas por alguns cobertores, sobre a mesa uns papéis manuscritos e um mapa de estradas do Automóvel Clube de Portugal edição de 1973 que fazia de carta operacional com os esboços das movimentações, sendo a base do “plano geral das operações” que se dividia em duas zonas; Zona Norte que começava no eixo a sul do Porto e Lamego para norte. Zona Sul desse eixo para sul, dividido em quatro sectores; Sector Norte, até a sul de Coimbra, Sector Centro até norte de Santarém, Sector Sul daí para sul, Sector Lisboa que também incluía Santarém. Dali do Posto de Comando com o nome de código «Óscar» dão o conhecimento da situação e as instruções às unidades militares de todo o país envolvidas nas operações. O primeiro sinal como combinado seria dado pelo então posto “Emissores Associados de Lisboa” às 22:55. João Paulo Dinis era lá locutor e fizera a tropa em Bissau sob as ordens de Otelo, daí a escolha de Otelo. E cabe a Dinis às 22:55 dar voz e escolher a canção « E Depois do Adeus », de Paulo de Carvalho, canção vencedora desse ano do Festival da Canção RTP e que iria a alguns dias representar Portugal no Festival da Eurovisão. A segunda senha é dada na “Rádio Renascença”. Otelo fazia ponto de honra que fosse uma canção do Zeca Afonso e estava indeciso entre «Venham Mais Cinco» e «Trás Outro Amigo Também» eram as suas preferidas mas logo os seus camaradas fizeram notar que seriam canções muito obvias e que iriam suscitar desconfiança. Foi assim que o jornalista Carlos Albino sugeriu «Grândola Vila Morena» e é esta que acaba por ir para o ar no programa «Limite» de Paulo Coelho e Leite de Vasconcelos que antes de pôr o disco recita a primeira quadra de «Grândola Vila Morena». São 0:20 e grande parte das forças envolvidas põe-se em movimento. O Quartel-General da Região Militar de Lisboa é o centro nevrálgico das “Forças do Regime”. O edifício é tomado pelo Batalhão de Caçadores 5 com o código «Canadá». A mesma unidade também se encarrega de proteger a residência do general António de Spínola, o general Francisco Costa Gomes não foi alvo de protecção porque não dormiu em casa. Importante é também o aeroporto da Portela, operação com o código «Nova Iorque» que fica encarregue à Escola Prática de Infantaria (EPI) de Mafra que às portas de Lisboa a coluna militar perde-se nas ruas e becos escuros de Camarate. Junto ao aeroporto o capitão Costa Martins esperava a coluna da EPI e desesperava e decide neutralizar sozinho de pistola em punho a guarda do aeroporto e entrou mesmo na torre de controle fazendo «bluff» durante mais duma hora dizendo que o aeroporto estava cercado e para se interditar o espaço aéreo português imediatamente. A EPI chegada toma de imediato conta do aeroporto e ainda neutraliza o Regimento de Artilharia Ligeira 1 em Lisboa junto ao aeroporto. A Escola Prática de Transmissões fazia as escutas telefónicas militares das forças do regime que depois transmitia ao Posto de Comando. O Regimento de Cavalaria 3 de Estremoz vem a Lisboa com a missão de controlar a Ponte Sobre o Tejo, tomando posições do lado sul do Tejo (Pragal). Enquanto nas colinas adjacentes à ponte de ambos os lados a Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas toma posições apontando baterias junto ao Cristo Rei, para o Terreiro do Paço e Monsanto. A mesma unidade depois vai lá baixo à Trafaria libertar os militares que tentaram a 16 de Março o “golpe das Caldas da Rainha” e que se encontravam presos na Casa de Reclusão da Trafaria. Os órgãos de comunicação social também eram de crucial importância controla-los. Para isso coube à RTP (única emissora televisiva da época) ser tomada pela então, Escola Prática de Administração Militar, (operação; código Mónaco) já que se situava na mesma rua, (Alameda das Linhas de Torres em Lisboa). A antiga Emissora Nacional, actual RDP na rua do Quelhas foi tomada com meios limitados pelos capitães Oliveira Pimentel e Frederico de Morais mais 40 praças de especialidades diversas do Campo de Tiro da Serra da Carregueira. Na rua Sampaio Pina à porta do Rádio Clube Português estão estacionados homens do BC5 dali perto (Campolide) chefiados pelo capitão Santos Coelho e pelo Major Costa Neves da Força Aérea o qual no momento da tomada do RCP é questionado pelo porteiro; se não podiam aparecer após as 9 horas da manhã, que sempre já lá estaria mais gente para os receber!!! Costa Neves e seus camaradas forçam a entrada e é esse o posto escolhido para emissor do MFA. Como previram que as forças do regime pudessem cortar as ligações às antenas do RCP do Porto Alto, tal como vieram a tentar, então a guarda das antenas ficaram a cargo da Escola Prática de Engenharia, de Tancos que também controlou a ponte de Vila Franca de Xira e a casa da moeda em Lisboa. Então através do RCP o MFA apresenta-se ao país pela 1ª vez às 4:26 (estava previsto ser às 4 horas mas o engano de percurso da EPI em Camarate atrasou o comunicado) a voz é do jornalista Joaquim Furtado: «Aqui posto de comando do Movimento das Forças Armadas...». A programação é alterada e passa o hino nacional, marchas militares e canções de protesto e de contestação. Sucedem-se os comunicados escritos por Victor Alves e Lopes Pires no quartel da Pontinha, que eram lidos aos microfones do RCP. Mediante esta situação os ouvintes ficam a par do desenrolar dos acontecimentos. Mas a missão principal cabe ao capitão Salgueiro Maia e seus homens da Escola Prática de Cavalaria, vindos de Santarém ficam-lhes encarregues várias acções desde de “despiste” ou seja; chamar a atenção das forças fiéis ao regime através dum itinerário ostentatório no sentido de dispersar as capacidades inimigas. E ainda de controlar o Banco de Portugal, a Rádio Marconi e o Terreiro do Paço. Ali, o ministro do Exército, general Andrade e Silva perante a situação manda abrir à picareta um buraco na parede do gabinete por onde foge mais os ministros da Marinha, da Defesa e do Interior acompanhados de militares de altas patentes. Antes do golpe a Marinha e a Força Aérea haviam sido contactadas para aderirem mas garantiram a neutralidade. Mas o capitão-de-fragata Seixas Louçã que comandava a fragata «Almirante Gago Coutinho» integrada na NATO e com grande poder de fogo, resolve, ameaçar disparar sobre o Terreiro do Paço. Ao que é posta ao corrente das baterias de artilharia, já prontas a disparar, posicionadas nas colinas junto ao Cristo Rei. A tripulação ao saber rebela-se e ao fim da manhã a fragata retira-se e vai fundear-se no Alfeite. Momento importante, quando a coluna EPC é interceptada na Avenida Ribeira das Naus por tropas fieis ao regime comandadas pelos brigadeiro Junqueira dos Reis e o tenente-coronel Ferrand d’Almeida, com tanques Patton M47. É o próprio Salgueiro Maia que vai tentar dialogar, saindo a pé e de lenço branco na mão hasteado e uma granada escondida na outra, ao que o brigadeiro dá ordens para disparar sobre o capitão mas que ninguém obedece! E depois mesmo alguns tanques de Cavalaria 7 passam-se para o lado de Salgueiro Maia. Outro momento muito importante dá-se às 5 horas quando o Major Silva Pais director-geral da PIDE/DGS dá conhecimento ao presidente do Conselho (função que equivale actualmente à de primeiro-ministro), Marcello Caetano dos acontecimentos que este ainda desconhecia. Referindo que a situação era grave e dando instruções para se refugiar o mais depressa possível no Comando-Geral da GNR no Largo do Carmo porque era um dos sítios que não se encontrava sitiado e que passava mais despercebido. Mas que veio a revelar-se uma grande armadilha! Primeiro porque soube-se da sua entrada no Quartel do Carmo às 6 horas, ao que o major Otelo deu ordens para Salgueiro Maia se dirigir para o Largo do Carmo e sitiar completamente o quartel para que não houvesse fugas pelas traseiras. Na ida da coluna de Salgueiro Maia para o Largo do Carmo, uma companhia do RI 1 comandada pelo capitão Fernandes tenta bloquear a passagem mas após curto diálogo, passam-se para o lado dos revoltosos. Embora em telefonemas mais tarde tentassem convencer Otelo que Caetano não se encontrava lá mas Otelo sabia que era para as forças do regime ganharem tempo. E segundo porque quando as individualidades mais importantes ligadas ao regime foram socorridas pelo ar, por um helicópetero como no caso do Regimento de Lanceiros 2, esse mesmo helicópetero tentou ajudar a fuga de Marcello Caetano, só que não havia sítio para o helicópetero aterrar e por isso Marcello Caetano receoso permaneceu encurralado no Quartel do Carmo com blindados apontados e ouvindo uma multidão crescente que tinha acordado dum sono profundo ou que tinha aprendido ou descoberto nesse dia que existiam outras coisas como democracia e liberdade… E gritavam: Por vingança e palavras de ordem contra a ditadura e guerra colonial e outras coisas. Salgueiro Maia depois terá mesmo pedido calma ao povo de megafone em punho. Mesmo que o regime não caísse as coisas já não seriam mais como antes, o povo nesse dia tinha ouvido coisas novas e ficou a saber em que tipo de regime e que tipo de politicos governavam o país por isso aderiram de imediato ao Movimento das Forças Armadas! O tempo passava a GNR não reagia numa tentativa de ganhar tempo. Maia dá um ultimato à GNR mas nada! No Posto de Comando desesperavam e Otelo envia um bilhete escrito a Maia: «Com metralhadoras rebenta com as fechaduras do portão, que é para saberem que é a sério!» Ás 15:10 são dados 10 minutos. (Temia-se que um helicópetero afecto às Forças do Regime podesse largar uma bomba sobre as forças revoltosas no Largo do Carmo). Após o prazo esgotado, às 15:25 as metralhadoras duma viatura chaimite disparam contra a frontaria do quartel. Como não houvera reacção da parte do quartel, passado algum tempo um blindado toma posição de canhão apontado e é nesse momento que surgem dois civis: Pedro Feytor Pinto e Nuno Távora, quadros da Secretaria de Estado da Informação e Turismo, medianeiros entre Spínola e Caetano, este último melindrado com a situação dizia: «Não quero que o poder cai na rua». Feytor Pinto telefona a Otelo que em nome do MFA, mandata o general Spínola para receber a rendição de Caetano. Às 18 horas, chega Spínola de automóvel com farda Nº 1. Caetano submete-se e entrega a Spínola o poder e pede protecção. Spínola transmite a Caetano a intenção do MFA de o enviar para o Funchal. (Iria partir para o Funchal no dia seguinte pelas 7horas, a ele juntaram-lhe também entre outros o Presidente da Republica Almirante Américo Tomás que durante a longa noite da revolução não deu sinal de vida, como se não fosse nada com ele, passou o dia na sua casa no Restelo, saindo sobre escolta para o aeroporto). E assim às 19:30 sai do quartel o chaimite «Bula», no interior vão Marcello Caetano e António Spínola em direcção à Pontinha, por entre uma multidão eufórica que celebra a “Liberdade” com cravos vermelhos. Às 19:50 é emitido o comunicado: «O Posto de Comando do MFA informa que se concretizou a queda do Governo, tendo Sua Excelência o Professor Marcello Caetano apresentado a sua rendição incondicional a sua Excelência o General António de Spínola». Logo após as 20 horas é lida no RCP a «Proclamação do Movimento das Forças Armadas». E à 1:30 já do dia 26/4/74 aparecem na televisão as novas caras do poder: A Junta de Salvação Nacional, como presidente, António de Spínola, em que lê uma proclamação ao país: …Um novo regime… A democracia, a paz.


Francisco Silva

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Festa da Flor 2009





































Lindo !
Com amizade para todos os frequentadores do Ponta do Pargo News, vai um "cheirinho" dos preparativos da Festa da Flor, para quem não poder ver ao vivo no Funchal.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Padrinho para a Cerimónia de Abertura da Festa do Desporto Escolar 2009




O Jogador da ADC Ponta do Pargo Duarte Fernandes, irá ser o padrinho da Escola Básica dos 1,2,3 Ciclos/PE Prof. Francisco Barreto - Fajã da Ovelha na Cerimónia de Abertura da Festa do Desporto Escolar 2009.

Este jogador veste a camisola da Ponta do Pargo desde 2004, é Campeão Nacional nos diversos escalões.

A ADC Ponta do Pargo, adianta que este jogador irá continuar no clube na próxima época desportiva.

domingo, 19 de abril de 2009

Novo hotel nasce na Ponta do Pargo

Uma nova unidade hoteleira de cinco estrelas deverá nascer na freguesia da Ponta do Pargo, junto ao campo de golfe que será construído a partir deste ano.

O novo hotel deverá ser construído pelo empresário Michael Nascimento, filho de madeirenses, a residir em Inglaterra, dono da “Propertie Brookers”, empresa que se dedica à venda e gestão de propriedades, tendo na sua carteira nomes como Alex Ferguson, carismático treinador do Manchester United e de Cristiano Ronaldo.

A nova unidade hoteleira deverá ser construída a partir do próximo ano e custará cerca de 20 milhões de euros, entre a compra e edificação da unidade de 150 quartos.

Convite

A Escola Secundária Francisco Franco e o Clube de Ecologia Barbusano tem o
prazer de convidar V. Ex.ª para se associar ao conjunto de actividades
promovidas no âmbito do concurso de fotografia "Agricultura Madeirense - Que
Desafios?", a ter lugar no dia 21 de Abril de 2009, pelas 15:00 horas:
- Inauguração da Exposição de Fotografia na Galeria de Arte Francisco Franco;
- Entrega de Prémios e Conferência proferida pelo Ex.mo Sr. Secretário Regional
do Ambiente e Recursos Naturais, Dr. Manuel António Correia - Sala de Sessões:
- Actuação do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova - Pátio Interior.

Karaté: Luís Ascensão da ADC Ponta do Pargo nos Treinos da Selecção Portuguesa


Karaté: Luís Ascensão da ADC Ponta do Pargo nos Treinos da Selecção Portuguesa
Data: 19-04-2009


Os quatro atletas (Liliana Félix, Cátia Rodrigues, Nuno Fernandes e Luís Ascensão) integrados no Plano de Apoio aos Praticantes de Elevado Potencial, vão realizar hoje domingo um treino com a equipa das 'quinas', após o qual regressam ao Funchal.

sábado, 18 de abril de 2009

FILME "CAMARATE" EM EXIBIÇÃO NO CENTRO CÍVICO A PARTIR DAS 16H30 - ORGANIZAÇÃO DA CASA DO POVO DA PONTA DO PARGO E INATEL


Camarate
Título original: Camarate
De: Luís Filipe Rocha
Argumento: Luís Filipe Rocha
Com: José Wallenstein, Luís Lucas, Maria João Luís, Virgílio Castelo
Género: Drama
Classificacao: M/12

POR, 2000, Cores, 120 min.



argumento
O cartaz promocional de "Camarate" lança a pergunta: "Acidente ou atentado?". Já lá vão 20 anos e a interrogação não esmorece.
A tese do acidente ou a possibilidade de atentado são levantadas pelo realizador Luís Filipe Rocha no seu filme sobre o processo de Camarate. Agora que se comemora o 20º Aniversário da morte Francisco Sá Carneiro, um dos fundadores da democracia portuguesa, o filme chega para relembrar e convocar a reflexão sobre uma das mais trágicas e enigmáticas histórias do nosso país no pós-25 de Abril.
No dia 4 de Dezembro de 1980, o primeiro-ministro de Portugal, Francisco Sá Carneiro e Snu Abecassis, o ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa e a mulher, o chefe de gabinete do primeiro-ministro António Patrício Gouveia, e os pilotos Jorge Albuquerque e Alfredo de Sousa morreram num desastre de avião. A campanha para as eleições presidenciais de 1980 estava no fim, e o objectivo da viagem ao Porto era participar no comício de apoio ao candidato da AD, General Soares Carneiro.
O Cessna tinha acabado de levantar voo quando se despenhou e ardeu no bairro das Fontainhas em Camarate...

Reunião com os proprietários dos terrenos onde vai ser construido o Pavilhão da Ponta do Pargo.


A Associação Desportiva e Cultural da Ponta do Pargo vai entregar aos proprietários do terrenos onde vai ser construído o Pavilhão Gimnodesportivo, os Levantamentos topográficos das parcelas para que estes vão as Finanças e a Conservatória do Registo Civil da Calheta rectificar as medidas dos mesmos.

No levantamento feito aos terrenos, pedido pela ADC Ponta do Pargo verificou-se que na realidade a medida dos terrenos é bem superior às registradas nas Cadernetas Prediais. Nesse sentido e para que o Clube possa pagar as medidas corretas os proprietários, em conjunto , têm que actualizar as áreas em apreço e assim o dono da obra pagar , com correcção,essas parcelas de terreno, que na totalidade prefazem 5 000 metros quadrados.
Espera-se que, logo que os terrenos estejam devidamente registados possam ser pagos e logo de seguida possa ser lançado a Obra a concurso num valor previsto de 400 000 Euros.

HOJE HÁ CINEMA NA PONTA DO PARGO

Decorre, hoje pelas 18h30, no Salão Nobre do Centro Cívico da Ponta do Pargo, mais uma sessão de cinema.

Hoje será passado o filme CAMARATE. Esta é uma actividade realizada entre a Casa do Povo da Ponta do Pargo e o INATEL.

Apareça!!!

Motociclismo - Rampa Maloeira/Fajã da Ovelha da ADC Ponta do Pargo

A 'estrelinha' dos campeões de 2008 brilhou na primeira prova do Campeonato da Madeira de Rampas TT, que decorreu domingo com organização da ADC Ponta do Pargo.

Num percurso de 4.800 metros, os melhores do ano passado impuseram os seus argumentos, mas há dados curiosos a registar, concretamente no que diz respeito ao regresso de pilotos que são referência no panorama do motociclismo regional, como são os casos de Rafael Rodrigues, que lutou nas 'duas rodas' com Vítor Freitas, ficando a apenas 10 décimos de segundo, mostrando que a ausência não lhe causou 'males'.

Nas 'quads', e pese o facto de a idade já não permitir grandes 'voos', sem dúvida que as presenças de Arcanjo Delgado e João da Côrte enriqueceram a lista de participantes e irão trazer uma competição entre ambos pela classificação de melhor Veterano.

E numa época em que crise é a palavra mais falada, vai uma nota para as apostas das equipas, com forte presença da Quadchallenger, que foi vencedora por equipas, seguida pela AD Pontassolense e Clube Motards da Madeira, à frente de um grupo no qual figuram ainda Yamaha/Celestino & Camacho, ElectroRecta, MZ Bike e a JTC Motos.

Um referência ainda para a participação dos estreantes Fernando Cabeceiro, que foi uma surpresa com a 2.ª posição nas 'quads', e Carlos Pita, que acabou em último nesta categoria.

Fonte: DN

Ronaldo associado ao golfe da Ponta do Pargo ?


O presidente da Câmara Municipal da Calheta, Manuel Baeta, está optimista em relação à construção para breve do campo de golfe naquele concelho, mais concretamente na Ponta do Pargo, actualmente em fase de concepção do projecto.
Além dos potenciais investimentos turísticos que por arrastamento aquela infra-estrutura desportiva proporciona, Manuel Baeta destaca ainda a criação de postos de trabalho não apenas na sua construção como depois no funcionamento da mesma.
Manuel Baeta vê com bons olhos a possibilidade daquela obra, orçada em cerca de 15 milhões de euros, da responsabilidade Sociedade de Desenvolvimento da Ponta Oeste, poder ser construída por um privado.
Como exemplo, o autarca da Calheta aponta o nome da “maior referência da Madeira no mundo”, ou seja, Cristiano Ronaldo. «Em todo o mundo o Cristiano Ronaldo é conhecido, até no Afeganistão, pelo que associar uma obra dele na Calheta seria uma mais-valia em termos turísticos», realçou Manuel Baeta, revelando que o concurso para a execução da obra já foi lançado pelo que a construção do campo pode arrancar ainda este ano.
Manuel Baeta acredita que a construção daquela infra-estrutura irá despoletar uma série de investimentos privados, nomeadamente algumas unidades hoteleiras, num total estimado de 500 camas.
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Novo hotel nasce na Ponta do Pargo

Uma nova unidade hoteleira de cinco estrelas deverá nascer na freguesia da Ponta do Pargo, junto ao campo de golfe que será construído a partir deste ano.
O novo hotel deverá ser construído pelo empresário Michael Nascimento, filho de madeirenses, a residir em Inglaterra, dono da “Propertie Brookers”, empresa que se dedica à venda e gestão de propriedades, tendo na sua carteira nomes como Alex Ferguson, carismático treinador do Manchester United e de Cristiano Ronaldo.
A nova unidade hoteleira deverá ser construída a partir do próximo ano e custará cerca de 20 milhões de euros, entre a compra e edificação da unidade de 150 quartos.

Veja na íntegra aqui.

Karaté: Ponta do Pargo no Campeonato Nacional com o Campeão da Madeira Edgar Silva

Karaté com Campeonato Nacional
Data: 18-04-2009

Santarém recebe este fim-de-semana os melhores karatecas de Portugal em vários escalões, para a realização de alguns eventos.

Destaque para a realização do Campeonato Nacional de Infantis, Iniciados e Juvenis, onde os Campeões da Madeira vão marcar presença.

Recorde-se que a representação madeirense nas provas de Kumité e Kata será realizada por João Prioste (ASKKSA), duplo campeão regional e por Edgar Silva (ADC Ponta do Pargo), Bruno Nóbrega, Guilherme Sousa, Luís Abreu e Joana Azevedo, todos do Marítimo, e ainda por Pedro Rocha, Álvaro Alves e Maria João, estes três em representação da AD Machico.

A presença do Edgar Silva no Campeonato Nacional é apoiada pela Junta de Freguesia do Arco da Calheta, freguesia de onde é natural o atleta.

DN

quinta-feira, 16 de abril de 2009

1ª ELIMINATÓRIO DO TORNEIO DE FUTEBOL 1º DE MAIO - CM CALHETA


VENHA APOIAR A NOSSA EQUIPA, DOMINGO AS 10H00 NO CAMPO MUNICIPAL DOS PRAZERES

PARABÉNS RÁDIO HORIZONTE!!!

Clique na imagem para aceder ao Blog da Radio Horizonte

A Rádio Horizonte comemorou hoje o seu primeiro aniversário, esperemos que seja o primeiro de muitos.


Eu, João Pita, estive envolvido com esta rádio, tornando-me locutor diário, mas devido a motivos pessoais e profissionais, não pude continuar neste projecto, contudo continuo a acompanhar o dia-a-dia desta rádio.




O Ponta do Pargo News deseja que esta rádio continue a animar os ouvintes da Rádio Calheta ao Sábado, com o seu programa MAIS HORIZONTE, e que continue a animar os intervalos de aulas dos alunos da Escola Básica e Secundária da Calheta.


TEXTO INTRODUTÓRIO


"A Tua Rádio, A Nossa Rádio, A Rádio que te dá Horizonte!
A rádio escola é um projecto de complemento curricular que pretende, antes de mais, ser um espaço de formação e educação dos jovens da EBSC. Enquanto actividade de complemento do currículo queremos que este projecto contribua para o enriquecimento pessoal e social dos nossos alunos, sugerindo novas formas de ocupação dos seus tempos livres, divulgando informação do que diária e semanalmente acontece na nossa escola (e acreditem que não é pouco o que por cá se passa), abrindo novos horizontes de actuação individual e colectiva, que reflictam as nossas dinâmicas internas.Enquanto actividade de complemento curricular, este terá de ser sempre um projecto feito por alunos e destinado a alunos. Pela nossa parte queremos ser, simplesmente, o fio condutor, a linha guia, que facilite o desenvolvimento salutar, integrado e criativo daqueles que, voluntariamente, queiram por cá passar.Uma palavra final de apreço e agradecimento aos que contribuíram para que este nosso sonho seja real: a Associação de Estudantes e o Conselho Executivo da EBSC, e a Rádio Calheta.
Faça-se rádio, abram-se horizontes!
Grande Abraço!
Nuno Maciel"


Continuações de boas novidades.