domingo, 12 de abril de 2009

JOGO DO PIÃO


Material: Um pião e uma baraça por participante; um círculo com 1,5m de raio, para onde todos os participantes lançam o seu pião, por uma ordem previamente sorteada.
Nº de participantes: Individual

Objectivos: Deitar fora do círculo, o pião lá deixado.

Desenvolvimento: O participante cujo pião ficar dentro do círculo depois do movimento de rotação, será arredado do jogo, deixando lá o pião que todos os outros elementos, um de cada vez, tentarão deitar fora do círculo, procurando picá-lo.
O que conseguir terá 50 pontos. O pião pode ser "aparado" pelo jogador que o lançou e depois de dançar na palma da mão, tenta atirar o que está no chão, para fora do círculo, fazendo com que o seu também saia. O jogo é constituído por três séries de lançamentos, vencendo o jogador com o maior número de pontos.

Nota: "Aparar o pião" - Apanhá-lo do chão enquanto ele gira, e de modo que continue a girar na mão. Sempre que se joga ao pião, pode-se "apará-lo" e lançá-lo enquanto ele gira.

Texto de : web educom

DOMINGO DE PÁSCOA

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes.

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

A suposta última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Jesus por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.

Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pesach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda.

TEXTO DE : WIKIPÉDIA

sábado, 11 de abril de 2009

REVIVA A TRADIÇÃO DO PIÃO


UMA BOA PÁSCOA


ADC Ponta do Pargo - ACM Coimbra: 4 - 0

Resultados da 1ª Divisão Masculina
22ª Jornada



A.D.C. PONTA DO PARGO-A.C.M. COIMBRA :4 - 0
Zhang Yu-Paul Diaz 3-2(10-12, 10-12, 11-4, 13-11 e 11-9)
Duarte Fernandes-Gonçalo Castanheira 3-0(11-8, 11-8 e 11-6)
Vítor Gouveia-Rafael Pedra 3-1(11-7, 11-13, 11-7 e 11-9)
Vítor G./Zhang Yu-Paul Diaz/Gonçalo C. 3-0(11-9, 11-4 e 11-8)

Este encontro foi dirigido pelo árbitro madeirense Gilberto Barbosa.

Sábado Santo

O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo. Nas Filipinas, nação notoriamente católica, chama-se a este dia Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.

Na tradição católica, é costume os altares serem desnudados, pois, tal como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia. As únicas celebrações são as que fazem parte da Liturgia das Horas. Além da Eucaristia, é proibido celebrar qualquer outro sacramento, excepto o da Confissão. São permitidas exéquias, mas sem celebração de missa. A distribuição da comunhão eucarística só é permitida sob a forma de viático, isto é, em caso de morte.

Muitas das igrejas de comunhão anglicana seguem estes mesmos preceitos. Já a Igreja Ortodoxa, bem como os ritos católicos orientais, seguem as suas próprias tradições e possuem terminologia própria para estes dias e respectivas tradições e celebrações. Como é de esperar, apesar de a Páscoa e os dias relacionados serem importantes para todas as tradições cristãs, do Mormonismo ao Catolicismo, as celebrações variam grandemente.

Antes de 1970, os católicos romanos deviam praticar um jejum limitado: por exemplo, abstinência de carne de gado, mas consumo de quantidades limitadas de peixe, etc. Em alguns lugares, a manhã do Sábado de Aleluia é dedicada à "Celebração das Dores de Maria", onde se recorda a "hora da Mãe", sem missa.

É no Sábado de Aleluia que se faz a tradicional Malhação de Judas, representando a morte de Judas Iscariotes.

No Sábado Santo, é celebrada a Vigília pascal depois do anoitecer, dando início à Páscoa.

Sábado: remonta à Criação, passa pelo Êxodo e vai até ao fim do Apocalipse.

Fonte: WIKIPÉDIA

sexta-feira, 10 de abril de 2009

SEXTA-FEIRA SANTA DA PAIXÃO DO SENHOR


Na Sexta-Feira Santa celebramos a Paixão do Senhor. Celebrar a Paixão de Cristo não é celebrar simplesmente a morte de Jesus, mas sim sua morte vitoriosa! O profeta Isaias, muito antes da vinda de Cristo, já descrevia a imagem de Jesus sofredor tal como uma ovelha conduzida ao matadouro levando sobre seus ombros todos os nossos pecados. É a imagem de uma ovelha muda, mas não resignada. Jesus, nas palavras de Isaias, assume corajosamente sua entrega total, pois, mediante sua morte redentora, entrega seu amor e sua graça ao ser humano, libertando-o do pecado.

Este é o único dia em todo o Ano Litúrgico em que não se celebra a Santa Missa. O destaque é para a Palavra de Deus na profecia de Isaias, no Salmo 30 que nos mostra Jesus abandonando-se nas mãos do Pai: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”. A Carta aos Hebreus (Hb 4, 14-16; 5, 7-9) nos chama a atenção para a obediência de Cristo até a morte de cruz. Por sua obediência, Cristo torna-se o Salvador eterno para todos que têm fé e lhe obedecem.

O Evangelho deste dia é a leitura da paixão segundo João (Jo 18 e 19). O evangelista aqui destaca não apenas os sofrimentos de Jesus enquanto humano, mas sua divindade e sua glória. Ao obedecer ao Pai, a obra da salvação se realiza nele. Para João, Jesus sabe aonde quer chegar, não é apenas uma vítima muda e impotente que cai três vezes sob o peso da cruz; ele tem um sentido, uma meta, um rumo, sua atitude é soberana e nobre. Ele aceita livremente sua paixão. João quer nos mostrar que a cruz assumida por Cristo não é obra do destino, da fatalidade, ela é sim um instrumento de salvação, de redenção de toda a humanidade.

Como afirmei, não há celebração eucarística neste dia, mas há a Comunhão, comungamos das Hóstias que foram consagradas na Quinta-Feira Santa. Lembrando que estamos celebrando a morte vitoriosa de Jesus, nossa Comunhão nos une intimamente ao Cristo Ressuscitado, o mesmo Cristo que se oferece por nós em sacrifício ao Pai. Na Sexta-Feira da Paixão do Senhor celebramos a morte de Jesus na cruz como expressão máxima de seu amor pela humanidade. Sua solidariedade foi tão grande para conosco que “tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”, amou-nos até as últimas consequências e deixou-nos um mandamento: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 13, 34).

A expressão máxima desta celebração é o sofrimento de Jesus. Sofrimento que se solidariza com o sofrimento humano. Deus não deseja e nem quer o sofrimento de ninguém, mas há sofrimentos humanos que não se explicam, pois, entram no mistério. Quantas pessoas inocentes sofrem; quantas crianças sofrem pela falta de solidariedade, pela ganância, pelo egoísmo, pela má distribuição da renda, enfim, são seres inocentes. Por que? Encontrar explicações para o sofrimento de seres humanos inocentes torna-se difícil. Jesus ao solidarizar-se com o sofrimento humano nos mostra sua busca e vivência do amor. O amor não cria sofrimento, ele gera a vida e, Cristo quer vida e vida plena para todos.

Neste dia deve ser observado o jejum (exceto para crianças, enfermos e idosos). Em todo o Ano Litúrgico, esse é um dos dois dias em que se jejua; o outro é o da Quarta-Feira de Cinzas, quando iniciamos a Quaresma. Mas, qual o valor do jejum? Ele tem valor quando está voltado aos meus semelhantes. Deixo de comer algum alimento ou mesmo uma guloseima e destino o valor que gastaria para os mais necessitados. Ele tem valor quando faço “jejum da língua”, deixando de tecer comentários sobre os outros, principalmente quando esse comentário denigre a pessoa do outro. O valor do jejum está presente quando deixo de fazer uma refeição no dia e envio esta refeição a alguma pessoa que sei, passa fome. Fazer o jejum do não-desperdício, respeitando e usando cada coisa conforme a finalidade para a qual foi criada por Deus.

Devo buscar a “minha maneira de jejuar”, isto é, o que de fato posso fazer de concreto pelo meu irmão, o meu próximo, ajudando-o, promovendo-o, oferecendo-lhe condições de uma vida digna. Para isso, o profeta Isaias nos ajuda ensinando-nos o jejum que tem valor: “O jejum que eu quero é este: abrir as prisões injustas... partilhar teu pão com o faminto, hospedar os pobres sem teto, vestir aquele que vês nu, e não te fechares à tua própria carne”.

Enfim, celebrar a Sexta-Feira da Paixão do Senhor é assumir a cruz com Cristo. Mataram Jesus, mas Ele voltou! Ele ressuscitou! Ele venceu o mundo! Ele confirmou o que tinha dito: “Ressuscitarei no terceiro dia!” Por isso, celebrar a Paixão de Cristo é sobretudo celebrar a esperança da vida que vence a morte, é crer na ressurreição, é crer na vida nova gerada em Cristo Jesus!

Texto de: http://www.koinonialivros.com.br/
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quinta-feira, 9 de abril de 2009

QUINTA-FEIRA SANTA



A Quinta-feira Santa corresponde ao último dia da Quaresma e nos introduz no Tríduo Pascal. Esse dia nos prepara finalmente para a Páscoa, iniciando a celebração pascal.
Assim como Jesus enviou seus discípulos, dando uma ordem: “Ide preparar-nos a Páscoa para comermos” (Lc 22,8), também, nesse dia, nos preparamos para a celebração da Páscoa. Devemos nos preparar espiritualmente neste dia que nos introduz no mistério pascal de Cristo.
Na Quinta-feira Santa, celebram-se duas missas: uma delas ocorre na catedral, é a conhecida missa dos santos óleos, onde se procede a bênção do óleo do batismo e dos enfermos e a consagração do óleo do crisma; é também uma missa que evoca a unidade da Igreja em torno do Bispo e do Papa. Sacerdotes de demonstração de unidade. É a Igreja, corpo de Cristo, onde Cristo é a cabeça. A outra missa ocorre nas paróquias e ordens religiosas da diocese, é a missa da Ceia do Senhor; quando Jesus, na primeira Quinta-feira Santa, instituiu a Eucaristia e também instituiu o sacerdócio. Portanto, além da celebração da Ceia do Senhor, também se dá destaque ao tema do sacerdócio, pois ambos os temas estão forte e intimamente ligados.
Na missa da manhã, missa do crisma ou dos santos óleos, que ocorre exclusivamente nas catedrais, o bispo diocesano é o presidente da celebração e também o consagrador dos óleos. Como já se mencionou acima, temos o povo de Deus reunido junto ao bispo, presbíteros, diáconos e seminaristas numa participação ativa em torno da mesa eucarística, todos juntos, numa única oração, junto do altar como sinal de unidade da Igreja. Na pessoa do bispo, cabeça da Igreja local, rodeado pelos presbíteros e representantes das ordens religiosas, temos a concelebração da Eucaristia na unidade e na fraternidade. A participação do povo de Deus nessa missa é de grande importância pois, a Igreja fica incompleta sem a presença dos leigos e leigas. Aqui também se expressa a manifestação da Igreja hierárquica. Em estreita proximidade da Páscoa do Senhor, os óleos do batismo (ou dos catecúmenos) e dos enfermos são abençoados solenemente, estes, depois serão usados nos sacramentos do Batismo e Unção dos Enfermos, respectivamente. O óleo do crisma é consagrado. A ele se adiciona uma essência perfumada, pois o cristão, pelo sacramento da Crisma, ao receber esse óleo na fronte, deve exalar o perfume de Cristo pelo seu testemunho de vida e seguimento do Evangelho. O óleo do crisma é também usado na realização do sacramento da Ordem, quando um diácono se torna padre; suas mãos são ungidas para que possam, pelo poder do Espírito Santo e imposição de suas mãos sacerdotais, transformar as espécies do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo. Quando um padre é escolhido para bispo, na sua sagração, novamente esse óleo do crisma será agora, derramado sobre sua cabeça, ungindo-o para o episcopado.
Como vimos, pelo uso dos santos óleos, os sacramentos citados têm intima ligação com a Páscoa. Mesmo aqueles que não usam dos óleos sagrados, também unem-se intimamente à Páscoa, à ressurreição de Cristo, pois todos, nos conduzem à promessa de ressurreição assegurada por Ele.
A segunda missa, a missa vespertina, quando Jesus na última ceia nos transmitiu o mistério da Eucaristia, também instituiu o sacerdócio cristão. Essa missa nos transmite uma verdadeira catequese sobre o sacerdócio ministerial, assim como o sacerdócio geral dos fiéis recebido pelo Batismo, pois, “Jesus Cristo fez de nós um reino de sacerdotes para Deus Pai”, é o que nos diz a antífona da entrada. Há um único sacerdócio: o de Jesus Cristo, o sacerdócio ministerial e o geral dos fiéis é participação nesse único sacerdócio de Cristo. Ele é o nosso Mediador e Sumo-Sacerdote. O profeta Isaias (Is 63,1-3.6.8-9) e o evangelista Lucas (Lc 4,16-21) referem-se a esse sacerdócio de Jesus: “O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque ele me ungiu”. Nesta missa há a renovação das promessas sacerdotais, pois os padres, mediante o sacramento da Ordem, participam de modo único do sacerdócio de Cristo. A eles é conferido o poder de remir os pecados, transformar pão e vinho do Corpo e Sangue do Senhor. São de modo especial, administradores dos sacramentos, mestres e pastores da Igreja. Eles são escolhidos por Deus para irem à frente do povo exercendo a caridade, alimentando-os com a Palavra de Deus e restaurando-os com os sacramentos. Por isso, devemos constantemente, orar ao Pai pelos nossos padres, pois não é fácil para eles viverem sob as exigências de sua vocação. Nossa oração e nosso apoio são, portanto, fundamentais.
A missa vespertina da Ceia do Senhor dá início ao Tríduo Pascal. Tríduo nos passa a idéia de preparação. É, portanto, a preparação para a festa da Páscoa, da Ressurreição, da vida nova! Nestes três dias mais sagrados, a partir da Quinta-feira Santa, celebramos e meditamos a crucificação, sepultamento e ressurreição de Cristo. São dias em que refletimos tanto o lado sombrio como o lado radiante do mistério salvífico de Cristo.
Jesus, na última ceia, disse aos apóstolos: “Vós vos entristecereis, mas a vossa tristeza se transformará em alegria” (Jo 16, 20). Jesus refere-se aqui à tristeza da perda do Mestre, à tristeza de presenciar os sofrimentos impostos a Cristo durante seu julgamento e condenação à morte. O apóstolo João, aquele que Jesus amava, vivenciou de perto, junto de Maria Santíssima esse sofrimento. Uma mulher em trabalho de parto, nos expressa muito bem o sofrimento a que Jesus se refere no versículo citado: as dores do parto geram profundo sofrimento, mas depois, essas mesmas dores geram a alegria por um novo ser humano ter nascido! “Se o grão de trigo cai na terra e não morre, permanece apenas um simples grão; mas se morre, produz abundante colheita” (Jo 12,24).
O sofrimento em si mesmo não é bom. Mas o sofrimento, sob o ponto de vista cristão, é positivo. Cristo na cruz verdadeiramente sofreu, mas seu sofrimento não foi em vão, foi um sofrimento redentor que libertou toda a humanidade das amarras do pecado e da morte. Nosso caminhar deve ser iluminado pelos ensinamentos de Cristo e também pelos seus exemplos de caridade e fraternidade. Cristo nos ensina que a vida substituiu a morte. Que a cruz é o caminho da ressurreição.
No Tríduo Pascal, celebramos e meditamos o modelo e programa ensinado por Cristo que nós, batizados devemos seguir em nossas próprias vidas.

Texto de: http://www.koinonialivros.com.br/
Imagens de: http://www.catedraldocarmo.org.br/ e www.diesdomini.blogspot.com

Exposição: Retratos da Nossa Terra


A exposição itinerante de fotografia “Retratos da Nossa Terra – Madeira e Porto Santo”, promovida pela Câmara Municipal do Funchal e pelo Jornal da Madeira, será apresentada, no Teatro Municipal Baltazar Dias, a partir do dia 15 de Abril. A inauguração está agendada para as 18 horas.


Obras de: Agostinho Marcelino Gomes e Teles João Agostinho Ornelas do município de Santana, Franklin Gomes Nunes e Joana Homem da Costa, de Santa Cruz, Liliana Cardoso e Pedro Freitas Fernandes de São Vicente, Elisabete Rodrigues Andrade da Ponta do Sol, Márcia Rubina Pereira Mendonça do Porto Moniz, Pedro Paulo Freitas Menezes do Porto Santo e Claudio Micael da Ribeira Brava. Valter Gouveia da Calheta, Dário Miguel Ferreira dos Santos de Câmara de Lobos, Roberto Ramos ) e Maria Gorete
Fernandes do Funchal e Carla Micaela Rodrigues Gomes de Machico .


http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=13&id=110197

Emanuel Pombo venceu a 4ª Etapa da Taça de Portugal de DH



Mais uma espectacular vitória de Emanuel Pombo (Liberty Seguros/Run&Bike/Specialized), na Taça de Portugal, aos comandos da Specialized Demo 8, desta vez na 4ª etapa em Turcifal. Numa prova muito exigente tecnicamente, Pombo foi o mais rápido em ambas as mangas.

Uma semana após a vitória na 3ª Etapa da Taça de Portugal Downhill, em Ribeira de Pena, a equipa da Liberty Seguros/Run&Bike/Specialized rumou para Turcifal, na Serra do Socorro, para a 4ª Etapa desta competição.

O piloto Emanuel Pombo da Liberty Seguros/Run&Bike/Specialized, demonstrando o seu bom momento de forma no início desta época, conquistou mais uma vez o lugar mais alto do pódio, e desta forma, isolando-se cada vez mais na liderança da Taça de Portugal de Downhill 2009.

Daniel Pombo da Liberty Seguros/Run&Bike/Specialized conseguiu mais uma vez um brilhante 4º lugar consolidando o mesmo 4º lugar na classificação geral, evidenciando a sua consistência pela luta nos lugares de topo.

O piloto Emanuel Pombo (Liberty Seguros/Run&Bike/Specialized) somou a sua terceira vitória na Taça de Portugal de Downhill (DHI), disputada a quarta competição pontuável para o troféu no Turcifal (Torres Vedras). Na competição que pontuava igualmente para o troféu DHX Vodafone, que combina provas de descida tradicional e de Downhill Urbano, Pombo (Liberty Seguros/Run&Bike/Specialized) foi quem melhor se adaptou à descida da Serra do Socorro, impondo-se sobre o espanhol César Roja (306 Premia) com mais de um segundo de vantagem. Ainda restam disputar quatro provas. Na geral da Taça de Portugal, Emanuel Pombo soma 135 pontos, sendo seguido por Cláudio Loureiro (103 pontos), Luís Ferreira (96 pontos) e Daniel Pombo (88 pontos).

A próxima Etapa da Taça de Portugal de Downhill irá ter lugar nos dias 25 e 26 de Abril em Fafe.

Notícia enviada pelos irmãos Pombo.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Convite: Venha sábado à Ponta do Pargo apoiar a nossa equipa masculina. Jogo MUITO importante.

11/04 Sábado 15:00

A.D.C. Ponta do Pargo /A.C.M. Coimbra

Ginásio do Centro Cívico da Ponta do Pargo

CAMPEONATO NACIONAL INDIVIDUAL


10 e 11 de Abril (Sexta-feira e Sábado) em Vila Nova de Gaia

Numa organização da Federação Portuguesa de Ténis de Mesa e da Associação de Ténis de Mesa do Porto, realiza-se na próxima Sexta-feira e Sábado (10 e 11 de Abril) no Pavilhão Municipal Atlântico da Madalena, em Vila Nova de Gaia, o Campeonato Nacional Individual de Iniciados e Infantis, disputado na vertente de Singulares e Pares, em ambos os sexos.

Nesta prova participarão os seguintes atletas madeirenses:


* INICIADOS MASCULINOS:

- Emanuel Leça (ADC Ponta do Pargo)
- João Alves (ADC Ponta do Pargo)
- Tiago Pedra (ACM Madeira)
- Tomás Soares (ACM Madeira)

* INICIADOS FEMININOS:

- Beatriz Silva (ACM Madeira)
- Sara Nunes (CTM Ponta do Sol)

* INFANTIS MASCULINOS:

- Alexandre Gantzias (CD São Roque)
- Duarte Mendonça (CD 1º de Maio)
- João Reis (CSD Câmara de Lobos)
- João Vares (CD São Roque)
- Sancho Vares (CD São Roque)

* INFANTIS FEMININOS:

- Ana Santos (CSD Câmara de Lobos)
- Joana Fernandes (CD 1º de Maio)

Os atletas da Ponta do Pargo e o seu Treinador, Prof. Ilídio Gonçalves, viajam com o apoio da Junta de Freguesia e Casa do Povo.

JOGO DO PIÃO - ESTE DOMINGO NA PONTA DO PARGO

Ponta do Pargo em Itália atraves do Karaté

Karaté 'cumpre' em Itália atraves
Data: 07-04-2009

Os quatro karatekas da Selecção da Madeira, que participaram no passado fim-de-semana no Open de Itália, alcançaram todos a mesma posição nas respectivas categorias.

Assim, no sector feminino, Liliana Félix (Club Sport Marítimo), competiu em 61 kg, vencendo o primeiro combate frente à italiana Laura di Mattia, e a seguir perdeu com a suíça Diana Schwab.

Por sua vez, Cátia Rodrigues (Clube de Karaté do Caniço) perdeu logo na primeira ronda perante a italiana Selene Guglieme.

Em masculinos, Nuno Fernandes competiu em 68 kg, mas não foi possível apurar o resultado individual do karateka 'sanroquino', na sua prova.

Por sua vez, Luís Ascensão, da Associação Desportiva e Cultural da Ponta do Pargo, perdeu na primeira ronda com o italiano Benedetto Sposito.

Em termos de classificação geral, todos os madeirenses ficaram classificados na 11.ª posição, segundo a tabela divulgada pela organização da prova italina, que era pontuável para a 'Golden League'.

Fonte: DN