O Grupo de Folclore da Calheta e a comitiva oficial liderada pelo presidente da Câmara, Manuel Baeta, visitaram o Lar Pe. Joaquim Ferreira, nos arredores de Caracas, onde a quase totalidade dos 90 utentes são portugueses, incluindo alguns idosos oriundos da Calheta.
Por entre lágrimas de saudade, risos de felicidade e a participação de outros, o Grupo de Folclore da Calheta desenvolveu uma brilhante actuação que impregnou em toda a assistência a nostalgia da sua terra. Mesmo sem poderem mover os lábios, sem poderem sair das suas cadeiras de rodas ou deixar a sua bengala, viveram-se momentos de participação inesquecíveis que certamente ficarão na memória e no coração, tanto dos elementos do Grupo e comitiva como, e sobretudo, dos assistentes.
"Já tinha ouvido falar deste Lar mas não fazia a ideia da sua grandeza, quer como edifício e condições de funcionamento quer como obra social de uma atenção total para com estes nossos conterrâneos idosos", afirmou, comovido, o presidente Manuel Baeta. "A questão da qualidade de vida dos nossos idosos tem sido para mim um tema com prioridade. Não é por acaso que no concelho da Calheta temos praticamente um Centro de Dia em cada freguesia." No final da visita, todos foram surpreendidos com a presença do alcalde de Carrizal, José Luís Rodriguez, filho de pais do concelho da Calheta.
A.A. (CORREIO da Venezuela)
Fonte: DN
domingo, 16 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
“Maioria quer ficar por aqui”
Cumprindo uma tradição que já trouxe a Caracas diversas personalidades da vida pública em Portugal, o CORREIO da Venezuela convidou o presidente da Câmara Municipal da Calheta (Madeira) a associar-se ao nono aniversário do nosso jornal.Após os primeiros d
ias na Venezuela, em Barquisimeto e outras localidades do estado Carabobo, esteve em contacto com a importante comunidade oriunda do maior município da Madeira. Uma vivência que já lhe permite tecer as primeiras conclusões sobre o que tem encontrado neste país.
"Acima de tudo encontrei uma Comunidade receptiva a todos os níveis, mas sobretudo na forma de receber e como nos receberam", começou por referir o autarca madeirense. "Desde a chegada ao aeroporto de Caracas, até Barquisimeto onde encontrámos um vasto grupo de conterrâneos, temos beneficiado de grande entusiasmo e carinho pela nossa presença em terras de Venezuela."
Baeta confessa ter encontrado um país "que me parece viver com alguma apreensão, por um lado, mas também com alguma esperança por outro". Duas formas de encarar o futuro que não parecem afectar a boa integração da vasta comunidade portuguesa: "Sinceramente parece-me que os portugueses estão bem enquadrados e inseridos neste País. Sentem-se como fazendo parte integral da população", constata. Segundo o presidente da Câmara Municipal da Calheta, para além do momento de expectativa que se vive actualmente na Venezuela, "sente-se em geral, mas os portugueses em particular, que as pessoas não se mostram receosas com o modo e estilo de vida que a Venezuela lhes está neste momento a proporcionar." A explicação: "Têm aqui os seus bens, conquistados com a força do seu trabalho e empenho. Têm a sua família, filhos, netos e alguns já bisnetos que os fazem manter-se ligados a este País."
Como principal responsável político do maior município da Madeira, o autarca caracteriza a comunidade deste concelho que se radicou na Venezuela. Nota-os pouco informados sobre a vida na Madeira. "Retirando aqueles que visitam com assiduidade a nossa Ilha, verifico que uma grande parte das pessoas do nosso concelho aqui residentes e com quem já contactei, não tem ideia do desenvolvimento imprimido nos últimos anos na Madeira e sobretudo na Calheta". Por essa razão, considera "muito importante" que iniciativas como esta, de visitas e contactos periódicos com os nossos conterrâneos, sejam sempre de concretizar. Numa nota final, Manuel Ba
eta nota que, pelo que lhe tem sido dado observar, as pessoas têm noção da grave crise financeira que se abateu sobre a Europa, sem excluir Portugal e a Madeira.
"Sabem da dificuldade de emprego, das dificuldades das empresas e por isso preferem manter-se pela terra onde, dum modo geral, criaram algum património, criaram os seus filhos e onde mantêm a sua família.".
Texto de: Aurélio Antunes (Correio da Venezuela): aurelioantunes@gmail.com
ias na Venezuela, em Barquisimeto e outras localidades do estado Carabobo, esteve em contacto com a importante comunidade oriunda do maior município da Madeira. Uma vivência que já lhe permite tecer as primeiras conclusões sobre o que tem encontrado neste país."Acima de tudo encontrei uma Comunidade receptiva a todos os níveis, mas sobretudo na forma de receber e como nos receberam", começou por referir o autarca madeirense. "Desde a chegada ao aeroporto de Caracas, até Barquisimeto onde encontrámos um vasto grupo de conterrâneos, temos beneficiado de grande entusiasmo e carinho pela nossa presença em terras de Venezuela."
Baeta confessa ter encontrado um país "que me parece viver com alguma apreensão, por um lado, mas também com alguma esperança por outro". Duas formas de encarar o futuro que não parecem afectar a boa integração da vasta comunidade portuguesa: "Sinceramente parece-me que os portugueses estão bem enquadrados e inseridos neste País. Sentem-se como fazendo parte integral da população", constata. Segundo o presidente da Câmara Municipal da Calheta, para além do momento de expectativa que se vive actualmente na Venezuela, "sente-se em geral, mas os portugueses em particular, que as pessoas não se mostram receosas com o modo e estilo de vida que a Venezuela lhes está neste momento a proporcionar." A explicação: "Têm aqui os seus bens, conquistados com a força do seu trabalho e empenho. Têm a sua família, filhos, netos e alguns já bisnetos que os fazem manter-se ligados a este País."
Como principal responsável político do maior município da Madeira, o autarca caracteriza a comunidade deste concelho que se radicou na Venezuela. Nota-os pouco informados sobre a vida na Madeira. "Retirando aqueles que visitam com assiduidade a nossa Ilha, verifico que uma grande parte das pessoas do nosso concelho aqui residentes e com quem já contactei, não tem ideia do desenvolvimento imprimido nos últimos anos na Madeira e sobretudo na Calheta". Por essa razão, considera "muito importante" que iniciativas como esta, de visitas e contactos periódicos com os nossos conterrâneos, sejam sempre de concretizar. Numa nota final, Manuel Ba
eta nota que, pelo que lhe tem sido dado observar, as pessoas têm noção da grave crise financeira que se abateu sobre a Europa, sem excluir Portugal e a Madeira."Sabem da dificuldade de emprego, das dificuldades das empresas e por isso preferem manter-se pela terra onde, dum modo geral, criaram algum património, criaram os seus filhos e onde mantêm a sua família.".
Texto de: Aurélio Antunes (Correio da Venezuela): aurelioantunes@gmail.com
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
CONCURSO RETRATOS DA NOSSA TERRA - JORNAL DA MADEIRA
CONCURSO RETRATOS DA NOSSA TERRA
07-18 de NOVEMBRO
CONCORRA COM FOTOGRAFIAS DO SEU CONCELHO (DO SÉC. XX) E GANHE FANTÁSTICOS PRÉMIOS!!!!!
250,00€ + VALE DE 40,00 NUM RESTAURANTE DO SEU CONCELHO!
PARTICIPE JÁ!!!
VEJA COMO, NO CARTAZ ABAIXO!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
CAMPEONATOS NACIONAIS de Ténis de Mesa
1ª DIVISÃO MASCULINA – 1ª FASE
5ª jornada
5ª jornada
Sábado (2008/11/15) às 15.00 horas:
A.D.C. PONTA DO PARGO – CLUBE DESP. 1º DE MAIO
Local: Ginásio do Centro Cívico da Ponta do Pargo
1ª DIVISÃO FEMININA – 1ª FASE
4ª jornada
Sábado (2008/11/15) às 15.00 horas:
A.D.C. PONTA DO PARGO – C.T.M. PONTA DO SOL
Local: Ginásio do Centro Cívico da Ponta do Pargo
terça-feira, 11 de novembro de 2008
1º ENCONTRO REGIONAL DE TEATRO - CASAS DO POVO DA RAM
A pedido de um grande amigo da nossa freguesia, Carlos Pereira, divulgamos o 1º Encontro Regional de Teatro. Um grande abraço para o Carlos Pereiro.
A Casa do Povo da Ponta do Pargo irá estar representada pelo grupo humortistico já conhecido dos internautas, os 4 Litro, cujo a coordenação está a cargo do Luís Paulo Sousa, aluno do Curso de Teatro do Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira.
ERT-08/CP Santa Cruz
Sábado 15/11/08
Performances / Divulgação do Evento
• 08H00 – Alvorada / Performance com o grupo de teatro e dança JOVIDANCERS DA CASA DO POVO DE SANTA CRUZ acompanhados pela BANDA MUNICIPAL DE SANTA CRUZ pelas Ruas da Cidade, Zona Ribeirinha e Mercado.
Formação / Concentração Casa do Povo de Santa Cruz
• 10H00 – Formação / Oficinas de caracterização e fogo (Praça dr. João Abel Freitas – Largo do Município); de escrita criativa (Sala da Casa do Povo de Santa Cruz); de dispositivos cénicos (Salão Paroquial de Santa Cruz) da responsabilidade do Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira e TEF – Companhia de Teatro.
Representação Teatral
• 19H00 – Espectáculo (Salão Paroquial de Santa Cruz) aberto (gratuito) ao público com:
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO CANIÇAL.
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DA PONTA DO SOL.
Performances / Convívio
• 20H00 – Performances circenses acompanhadas por música (instrumentos de precursão) e Dj ou Djs ao vivo na Praça dr. João Abel Freitas – Largo do Município e na Praceta com:
TODOS OS GRUPOS DE TEATRO DAS CASAS DO POVO DA RAM E AFICIONADOS DE ARTE CIRCENSE E MOVIMENTOS DE EXPRESSÃO CORPORAL.
• 22H00 – Encerramento do primeiro dia “ERT-08/CP Santa Cruz ”
Domingo 16/11/08
Representação Teatral
• 12H30 – Espectáculo (Salão Paroquial de Santa Cruz) aberto (gratuito) ao público com:
GRUPO DE TEATRO E DANÇA DA CASA DO POVO DA ILHA.
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO CAMPANÁRIO.
• 17H00 – Espectáculo (Salão Paroquial de Santa Cruz) aberto (gratuito) ao público
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO CAMPANÁRIO
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO CURRAL DAS FREIRA.
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DE SÃO JORGE
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO ESTREITO DE CÂMARA DE LOBOS – GRUTCAPE
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DA PONTA DO PARGO – “¼ DE LITRO”.
A Casa do Povo da Ponta do Pargo irá estar representada pelo grupo humortistico já conhecido dos internautas, os 4 Litro, cujo a coordenação está a cargo do Luís Paulo Sousa, aluno do Curso de Teatro do Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira.
ERT-08/CP Santa Cruz
Sábado 15/11/08
Performances / Divulgação do Evento
• 08H00 – Alvorada / Performance com o grupo de teatro e dança JOVIDANCERS DA CASA DO POVO DE SANTA CRUZ acompanhados pela BANDA MUNICIPAL DE SANTA CRUZ pelas Ruas da Cidade, Zona Ribeirinha e Mercado.
Formação / Concentração Casa do Povo de Santa Cruz
• 10H00 – Formação / Oficinas de caracterização e fogo (Praça dr. João Abel Freitas – Largo do Município); de escrita criativa (Sala da Casa do Povo de Santa Cruz); de dispositivos cénicos (Salão Paroquial de Santa Cruz) da responsabilidade do Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira e TEF – Companhia de Teatro.
Representação Teatral
• 19H00 – Espectáculo (Salão Paroquial de Santa Cruz) aberto (gratuito) ao público com:
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO CANIÇAL.
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DA PONTA DO SOL.
Performances / Convívio
• 20H00 – Performances circenses acompanhadas por música (instrumentos de precursão) e Dj ou Djs ao vivo na Praça dr. João Abel Freitas – Largo do Município e na Praceta com:
TODOS OS GRUPOS DE TEATRO DAS CASAS DO POVO DA RAM E AFICIONADOS DE ARTE CIRCENSE E MOVIMENTOS DE EXPRESSÃO CORPORAL.
• 22H00 – Encerramento do primeiro dia “ERT-08/CP Santa Cruz ”
Domingo 16/11/08
Representação Teatral
• 12H30 – Espectáculo (Salão Paroquial de Santa Cruz) aberto (gratuito) ao público com:
GRUPO DE TEATRO E DANÇA DA CASA DO POVO DA ILHA.
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO CAMPANÁRIO.
• 17H00 – Espectáculo (Salão Paroquial de Santa Cruz) aberto (gratuito) ao público
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO CAMPANÁRIO
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO CURRAL DAS FREIRA.
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DE SÃO JORGE
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO ESTREITO DE CÂMARA DE LOBOS – GRUTCAPE
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DA PONTA DO PARGO – “¼ DE LITRO”.

• 20H00 – Encerramento do segundo dia “ERT-08/CP Santa Cruz ”
Segunda-feira 17/11/08
Representação Teatral
• 10H00 – Espectáculo aberto (gratuito) para a população menos jovem (principalmente dos Centros de Dia das Casas do Povo) e público em geral com:
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DE SÃO MARTINHO
GRUPO DE TEATRO EXPERIMENTAL DA CASA DO POVO DA CAMACHA
• 15H00 – Espectáculo aberto (gratuito) para a população menos jovem (principalmente dos Centros de Dia das Casas do Povo) e público em geral com:
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA – ALEGRIA DE VIVER/CCD S. JOSÉ
GRUPO DE TEATRO DA CASA DO POVO DE SANTANA
Distinções / Prémios
• 20H00 – Distinções / Prémios e Espectáculo aberto (gratuito) para convidados e público em geral:
• Distinções a
MARGARIDA RODRIGUES / CASA DO POVO DO CAMPANÁRIO – pela longevidade e contributo (actriz, escritora e dirigente) ao teatro amador.
ANTÓNIO ASCENSÃO – a título póstumo pelo desempenho (actor) aquando os espectáculos de itinerância que percorriam a região de lés a lés em salas ou salões das Casas do Povo, como forma de entretenimento e do despertar de novos públicos e actores – décadas de 80 /90 século XX.
ZÉ ABREU – pelo trabalho que desenvolveu na formação em 14 Casas do Povo no início da primeira década do século XXI.
GRUPO DE TEATRO EXPERIMENTAL DA CASA DO POVO DA CAMACHA – pela longevidade e exemplo de organização de ciclos de teatro e de representação ao longo do seu historial (21 anos).
DELEGAÇÃO DA FUNDAÇÃO INATEL NA RAM pelo o apoio logístico, formação e financeiro que tem atribuído ininterruptamente desde 1985 a 2008 aos grupos de teatro das Casas do Povo da RAM
• Prémios de presença:
AOS GRUPOS DE TEATRO DAS CASAS DO POVO PARTICIPANTES
Representação Teatral
• Espectáculo
o “A HERDEIRA DA ALDEIA” – PELOS OS ALUNOS DO CURSO PROFISSIONAL DE ARTES DO ESPECTÁCULO – INTERPRETAÇÃO, DO CONSERVATÓRIO – ESCOLA PROFISSIONAL DAS ARTES DA MADEIRA.
Convívio
• 21H30 – Convívio na Casa do Povo de Santa Cruz.
Informações, reservas e inscrições e afins:
Carlos Pereira 962360825 e Gina 919865951 / 964669208
Filipe Bettencourt regressa em “casa”
Trata-se do vice-presidente e vereador com o pelouro do desporto da Câmara Municipal da Calheta, Carlos Teles. O piloto justifica com "...o enorme carinho com que esta autarquia recebe os ralis no Concelho e incentiva a participação de pilotos da terra nas suas provas. No fundo, é tentar retribuir toda a dedicação da Câmara Municipal ao desporto na Calheta..". O Citroen Saxo está, neste momento, a ser alvo da normal revisão para esta prova, e Filipe Bettencourt afirma que "...o carro deverá estar em boas condições. Só não sabemos ainda se o material da caixa de seis velocidades chega a tempo, mas temos já em alternativa, uma caixa de cinco velocidades para montar em último caso...". A equipa irá para a estrada com o apoio de várias empresas do Concelho e não só, nomeadamente o Bar do Manel, Intelsol, Rocha e Gonçalves, Valvoline, Ricardo Ramos Auto-Mecânica e Rádio Calheta. Resta acrescentar que o “II Rali Open da Calheta” irá para a estrada no dia 22 de Novembro, com seis Provas Especiais a contar para ao cronómetro, e ainda a “Prova-Espectáculo” facultativa na Vila da Calheta.
Fonte: Press Releasse Filipe Bettencourt
Foto: RalisMadeira.com
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
HUMM! SURPRESA
Aproxima-se uma época festiva, o Natal.
O Ponta do Pargo News tem uma surpresa para todos os seus visitantes. Para tal, a administração deste blog pede a todos os visitantes que envie os vossos e-mails e de amigos, para que o Ponta do Pargo News em colaboração com outras entidades envie a surpresa. (Comente esta mensagem, ou envie um e-mail para pontadopargo@gmail.com)
VIVA ESTE NATAL COM O PONTA DO PARGO NEWS!!!
O Ponta do Pargo News tem uma surpresa para todos os seus visitantes. Para tal, a administração deste blog pede a todos os visitantes que envie os vossos e-mails e de amigos, para que o Ponta do Pargo News em colaboração com outras entidades envie a surpresa. (Comente esta mensagem, ou envie um e-mail para pontadopargo@gmail.com)
VIVA ESTE NATAL COM O PONTA DO PARGO NEWS!!!
Pêro da Ponta do Pargo: Que futuro? 1º Comentário
1.Cultivo
2.Tratamento
3.Venda
4.Apanha e transporte
5.Acomodação
6.Comercialização
7.Garantia de preço mínimo e incentivos aos agricultores
8.Festa do Pêro
9.Venda para fazer Sidra nos Prazeres
1. Cultivo
O cultivo do pêro neste momento, como no passado, quase que pode ser considerado de biológico.
Tenho a impressão, embora reconheço poder estar errado, que os agricultores não dão “toda” a atenção durante o ano à árvore e à fruta.
Nasce quase que naturalmente no fundo ou cabeceiras dos “aposentos”, tendo ainda a vantagem de proteger as plantações dos ventos de Inverno.
2.Tratamento
Como referi atrás os peros não levam grandes tratamentos. O baixo preço de comercialização não motiva aos agricultores a investir tempo e tratamento nas árvores.
3.Venda
Há pouco tempo os peros rajados, como as cenouras, as cebolas eram comprados na terra em Dezembro, Janeiro pelos comerciantes, intermediários, muitos do Estreito de Câmara de Lobos. Davam algum dinheiro de sinal, pagando o restante na altura da colheita, e a “novidade”, muitas vezes ficava entregue à sua “sorte”. Acrescente-se que o preço de comercialização, vendido a “olho”, pouco tinha a ver com o preço que recebia o agricultor
4.Apanha e transporte
Os peros, quando começavam a luzir, eram varejados e transportados em cestos ou em caixas e despejados para as carroçarias das furgonetas ou “meios carros” e trazidos para a “Cidade”. A fruta sofre muito neste processo, logo, é normal ser colocado à venda com manchas e geralmente se degradar com rapidez. Naturalmente que condenados todo este processo de apanha e transporte da fruta. Achamos que quem de direito, devia motivar estes comerciantes ás boas práticas nesta tarefa.
Lamentamos também que, algumas vezes estes comerciantes, depois de considerarem satisfatórios os lucros da comercialização, abandonem muita fruta nas árvores, especialmente quando, por aumento de oferta, o preço da fruta baixa um pouco.
5.Acomodação
Não tenho ideia de ver o pêro da Ponta do Pargo ser separado pelo tamanho antes de ser colocado à venda. Costuma ir à “balda”, logo a sua duração tem que ser reduzida. É pena que assim seja. Urge intervir para que este comportamento não se perpetue e repita.
6.Comercialização
Não é normal encontrar peros da Ponta do Pargo nos supermercados. Aparecem nos Mercado do Funchal e pouco mais. Na altura alta da produção é vulgar encontrar alguns produtores na Ponta do Pargo, sítios do Amparo e Lombo, e na Fajã da Ovelha a vender o seu produto.
A Festa do Pêro e também o momento de ouro para a sua comercialização nas Barracas feitas na Festa do Pêro.
De referir que o preço praticado nos Mercados não tem nada a ver com o valor pago aos comerciantes.
7.Garantia de preço mínimo e incentivos para os agricultores
Achámos que para o agricultor dar mais atenção à sua produção de fruta devia haver a garantia de um preço mínimo, de modo que à partida, este tivesse a certeza que valia a pena dar atenção à fruta.
Achámos ainda que os serviços do GR têm que fazer os agricultores acreditarem, mostrando os bons exemplos existentes na freguesia e não só, que é possível ser compensado economicamente atrás da dedicação a esta fruta tão emblemática da freguesia.
Os agricultores, agora que têm acesso aos Mercados Abastecedores deveriam mudar os seus hábitos e serem incentivados a introduzir a sua fruta neste processo de comercialização que só lhes facilitaria a vida e certamente seriam mais compensados.
8.Festa do Pêro
A Festa do Pêro é o momento de ouro para a comercialização do pêro e das verduras da freguesia da Ponta do Pargo e também da Fajã da Ovelha.
A data da Festa tem que ter em atenção a maduração da fruta, situação que, por razões de agenda, nem sempre acontece.
9.Venda da fruta para fazer Sidra nos Prazeres
É muito positiva esta nova possibilidade que a Quinta Pedagógica oferece aos nossos agricultores.
De qualquer modo, gostaria de sugerir o seguinte:
· a fruta só devia ser recolhida depois da Festa do Pêro, dando a possibilidade aos agricultores de conseguirem um melhor proveito económico, vendendo os peros na Festa e
· a fruta devia ser apanhada a mão e separada pelo tamanho.
A mim fez-me muita impressão ver os peros grandes misturados com os pequenos. Achámos que os peros grandes devem ser comprados a melhor preço aos agricultores e vendidos para os Supermercados, os peros mais pequenos vendidos mais baratos e usados, esses sim, para fazer Sidra.
Um interessado na melhoria do nível de vida dos Agricultores da Ponta do Pargo e arredores …
(A entregar amanhã ao Sr. Secretário na Reunião que vai ter na Ponta do Pargo, pelo autor)
2.Tratamento
3.Venda
4.Apanha e transporte
5.Acomodação
6.Comercialização
7.Garantia de preço mínimo e incentivos aos agricultores
8.Festa do Pêro
9.Venda para fazer Sidra nos Prazeres
1. Cultivo
O cultivo do pêro neste momento, como no passado, quase que pode ser considerado de biológico.
Tenho a impressão, embora reconheço poder estar errado, que os agricultores não dão “toda” a atenção durante o ano à árvore e à fruta.
Nasce quase que naturalmente no fundo ou cabeceiras dos “aposentos”, tendo ainda a vantagem de proteger as plantações dos ventos de Inverno.
2.Tratamento
Como referi atrás os peros não levam grandes tratamentos. O baixo preço de comercialização não motiva aos agricultores a investir tempo e tratamento nas árvores.
3.Venda
Há pouco tempo os peros rajados, como as cenouras, as cebolas eram comprados na terra em Dezembro, Janeiro pelos comerciantes, intermediários, muitos do Estreito de Câmara de Lobos. Davam algum dinheiro de sinal, pagando o restante na altura da colheita, e a “novidade”, muitas vezes ficava entregue à sua “sorte”. Acrescente-se que o preço de comercialização, vendido a “olho”, pouco tinha a ver com o preço que recebia o agricultor
4.Apanha e transporte
Os peros, quando começavam a luzir, eram varejados e transportados em cestos ou em caixas e despejados para as carroçarias das furgonetas ou “meios carros” e trazidos para a “Cidade”. A fruta sofre muito neste processo, logo, é normal ser colocado à venda com manchas e geralmente se degradar com rapidez. Naturalmente que condenados todo este processo de apanha e transporte da fruta. Achamos que quem de direito, devia motivar estes comerciantes ás boas práticas nesta tarefa.
Lamentamos também que, algumas vezes estes comerciantes, depois de considerarem satisfatórios os lucros da comercialização, abandonem muita fruta nas árvores, especialmente quando, por aumento de oferta, o preço da fruta baixa um pouco.
5.Acomodação
Não tenho ideia de ver o pêro da Ponta do Pargo ser separado pelo tamanho antes de ser colocado à venda. Costuma ir à “balda”, logo a sua duração tem que ser reduzida. É pena que assim seja. Urge intervir para que este comportamento não se perpetue e repita.
6.Comercialização
Não é normal encontrar peros da Ponta do Pargo nos supermercados. Aparecem nos Mercado do Funchal e pouco mais. Na altura alta da produção é vulgar encontrar alguns produtores na Ponta do Pargo, sítios do Amparo e Lombo, e na Fajã da Ovelha a vender o seu produto.
A Festa do Pêro e também o momento de ouro para a sua comercialização nas Barracas feitas na Festa do Pêro.
De referir que o preço praticado nos Mercados não tem nada a ver com o valor pago aos comerciantes.
7.Garantia de preço mínimo e incentivos para os agricultores
Achámos que para o agricultor dar mais atenção à sua produção de fruta devia haver a garantia de um preço mínimo, de modo que à partida, este tivesse a certeza que valia a pena dar atenção à fruta.
Achámos ainda que os serviços do GR têm que fazer os agricultores acreditarem, mostrando os bons exemplos existentes na freguesia e não só, que é possível ser compensado economicamente atrás da dedicação a esta fruta tão emblemática da freguesia.
Os agricultores, agora que têm acesso aos Mercados Abastecedores deveriam mudar os seus hábitos e serem incentivados a introduzir a sua fruta neste processo de comercialização que só lhes facilitaria a vida e certamente seriam mais compensados.
8.Festa do Pêro
A Festa do Pêro é o momento de ouro para a comercialização do pêro e das verduras da freguesia da Ponta do Pargo e também da Fajã da Ovelha.
A data da Festa tem que ter em atenção a maduração da fruta, situação que, por razões de agenda, nem sempre acontece.
9.Venda da fruta para fazer Sidra nos Prazeres
É muito positiva esta nova possibilidade que a Quinta Pedagógica oferece aos nossos agricultores.
De qualquer modo, gostaria de sugerir o seguinte:
· a fruta só devia ser recolhida depois da Festa do Pêro, dando a possibilidade aos agricultores de conseguirem um melhor proveito económico, vendendo os peros na Festa e
· a fruta devia ser apanhada a mão e separada pelo tamanho.
A mim fez-me muita impressão ver os peros grandes misturados com os pequenos. Achámos que os peros grandes devem ser comprados a melhor preço aos agricultores e vendidos para os Supermercados, os peros mais pequenos vendidos mais baratos e usados, esses sim, para fazer Sidra.
Um interessado na melhoria do nível de vida dos Agricultores da Ponta do Pargo e arredores …
(A entregar amanhã ao Sr. Secretário na Reunião que vai ter na Ponta do Pargo, pelo autor)
Forum: "Que futuro para o pêro rajado da Ponta do Pargo ?"
Caros amigos
Gostaríamos de saber a vossa opinião sobre o futuro para o pêro rajado da Ponta do Pargo.
Pretendemos apresentar, no futuro, sugestões ao Sr. Secretário da Agricultura e o seu contributo pode ser útil e válido e importante.
Ficamos à espera da sua colaboração.
Ponta do Pargo News
Gostaríamos de saber a vossa opinião sobre o futuro para o pêro rajado da Ponta do Pargo.
Pretendemos apresentar, no futuro, sugestões ao Sr. Secretário da Agricultura e o seu contributo pode ser útil e válido e importante.
Ficamos à espera da sua colaboração.
Ponta do Pargo News
domingo, 9 de novembro de 2008
PARABÉNS "DIÁRIO DA CALHETA"

O Ponta do Pargo News dá os parabéns ao blog "Diário da Calheta" pelas 100 mil visitas que atingiu durante este tempo.
Parabéns ao autor do blog que durante este tempo ajudou o Ponta do Pargo News em algumas situações.
O Diário da Calheta é um blog que informa os visitantes das actividades que acontecem no Concelho da Calheta.
Parabéns!
Mirandela batido pela quarta vez na Europa

O CTM de Mirandela sofreu ontem a quarta derrota no Grupo A da Liga dos Campeões, depois de ter cedido (0-3) em casa frente às austríacas do AG Froschberg.
Os parciais foram os seguintes:
Yao Tong p. Liu Jia (3-11, 6-11, 11-9, 4-11); Xie Juan p. Zhu Yong (11-7, 4-11, 3-11, 5-11); Anamaria Erdelji p. Li Li Qianbing (9-11, 11-9, 3-11, 11-6, 9-11).
Os parciais foram os seguintes:
Yao Tong p. Liu Jia (3-11, 6-11, 11-9, 4-11); Xie Juan p. Zhu Yong (11-7, 4-11, 3-11, 5-11); Anamaria Erdelji p. Li Li Qianbing (9-11, 11-9, 3-11, 11-6, 9-11).
sábado, 8 de novembro de 2008
Manuel António Correia é convidado do PSD Ponta do Pargo
O Secretário Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Dr. Manuel António Correia, é o convidado orador de uma conferência a realizar na próxima terça-feira, 11 de Novembro, pelas 20h00, intitulada: "Futuro da Agricultura na Região" na Sede do PSD Ponta do Pargo.
Apareça, e esteja informado e informe os outros com as suas dúvidas.

Uma organização do PSD Ponta do Pargo.
Nota: O Ponta do Pargo News não toma partido por nenhum partido, só publica notícias de quem ajuda a melhorar a vida das pessoas da freguesia. O nosso partido é o que trás progresso e melhora a vida dos jovens da freguesia. Quem vier por bem é bem vindo!
Apareça, e esteja informado e informe os outros com as suas dúvidas.

Uma organização do PSD Ponta do Pargo.
Nota: O Ponta do Pargo News não toma partido por nenhum partido, só publica notícias de quem ajuda a melhorar a vida das pessoas da freguesia. O nosso partido é o que trás progresso e melhora a vida dos jovens da freguesia. Quem vier por bem é bem vindo!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
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