Caros amigos
Gostaríamos de saber a vossa opinião sobre o futuro para o pêro rajado da Ponta do Pargo.
Pretendemos apresentar, no futuro, sugestões ao Sr. Secretário da Agricultura e o seu contributo pode ser útil e válido e importante.
Ficamos à espera da sua colaboração.
Ponta do Pargo News
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
PARABÉNS "DIÁRIO DA CALHETA"

O Ponta do Pargo News dá os parabéns ao blog "Diário da Calheta" pelas 100 mil visitas que atingiu durante este tempo.
Parabéns ao autor do blog que durante este tempo ajudou o Ponta do Pargo News em algumas situações.
O Diário da Calheta é um blog que informa os visitantes das actividades que acontecem no Concelho da Calheta.
Parabéns!
Mirandela batido pela quarta vez na Europa

O CTM de Mirandela sofreu ontem a quarta derrota no Grupo A da Liga dos Campeões, depois de ter cedido (0-3) em casa frente às austríacas do AG Froschberg.
Os parciais foram os seguintes:
Yao Tong p. Liu Jia (3-11, 6-11, 11-9, 4-11); Xie Juan p. Zhu Yong (11-7, 4-11, 3-11, 5-11); Anamaria Erdelji p. Li Li Qianbing (9-11, 11-9, 3-11, 11-6, 9-11).
Os parciais foram os seguintes:
Yao Tong p. Liu Jia (3-11, 6-11, 11-9, 4-11); Xie Juan p. Zhu Yong (11-7, 4-11, 3-11, 5-11); Anamaria Erdelji p. Li Li Qianbing (9-11, 11-9, 3-11, 11-6, 9-11).
sábado, 8 de novembro de 2008
Manuel António Correia é convidado do PSD Ponta do Pargo
O Secretário Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Dr. Manuel António Correia, é o convidado orador de uma conferência a realizar na próxima terça-feira, 11 de Novembro, pelas 20h00, intitulada: "Futuro da Agricultura na Região" na Sede do PSD Ponta do Pargo.
Apareça, e esteja informado e informe os outros com as suas dúvidas.

Uma organização do PSD Ponta do Pargo.
Nota: O Ponta do Pargo News não toma partido por nenhum partido, só publica notícias de quem ajuda a melhorar a vida das pessoas da freguesia. O nosso partido é o que trás progresso e melhora a vida dos jovens da freguesia. Quem vier por bem é bem vindo!
Apareça, e esteja informado e informe os outros com as suas dúvidas.

Uma organização do PSD Ponta do Pargo.
Nota: O Ponta do Pargo News não toma partido por nenhum partido, só publica notícias de quem ajuda a melhorar a vida das pessoas da freguesia. O nosso partido é o que trás progresso e melhora a vida dos jovens da freguesia. Quem vier por bem é bem vindo!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Uma delegação do Município da Calheta visita à Venezuela
Uma delegação do município da Calheta, na Madeira, e o Grupo de Folclore local, vão visitar a Venezuela a partir da próxima semana.
A representação autárquica é liderada por Manuel Baeta de Castro, presidente da C. M. Calheta e um dos autarcas da Madeira há mais tempo no activo.
O programa oficial inicia-se a 12 de Novembro, com uma visita ao Lar Pe. Joaquim Ferreira, em Los Anaucos.
Nesse mesmo dia, a delegação calhetense associa-se ao aniversário do CORREIO da Venezuela - Manuel Baeta é o convidado de honra - na festa comemorativa que já está marcada para o Salão Gales, um evento que terá este ano algumas surpresas.
Durante a estada de uma semana em terras bolivarianas, os autarcas e o Grupo de Folclore marcarão presença em diversas localidades da Venezuela.
A delegação autárquica, liderada por Manuel Baeta, é também composta pelo vice-presidente da autarquia, Carlos Manuel Teles, e pelo deputado municipal Agostinho dos Ramos Gouveia, para além de João Maria da Silva.
Viajam até Caracas 14 elementos do Grupo de Folclore, estando previstas diversas actuações em várias localidades.
A representação autárquica é liderada por Manuel Baeta de Castro, presidente da C. M. Calheta e um dos autarcas da Madeira há mais tempo no activo.
O programa oficial inicia-se a 12 de Novembro, com uma visita ao Lar Pe. Joaquim Ferreira, em Los Anaucos.
Nesse mesmo dia, a delegação calhetense associa-se ao aniversário do CORREIO da Venezuela - Manuel Baeta é o convidado de honra - na festa comemorativa que já está marcada para o Salão Gales, um evento que terá este ano algumas surpresas.
Durante a estada de uma semana em terras bolivarianas, os autarcas e o Grupo de Folclore marcarão presença em diversas localidades da Venezuela.
A delegação autárquica, liderada por Manuel Baeta, é também composta pelo vice-presidente da autarquia, Carlos Manuel Teles, e pelo deputado municipal Agostinho dos Ramos Gouveia, para além de João Maria da Silva.
Viajam até Caracas 14 elementos do Grupo de Folclore, estando previstas diversas actuações em várias localidades.
Fonte: Correio de Caracas
IRMÃOS POMBO VOAM NO DOWN GAMES
Os madeirenses Emanuel e Daniel Pombo estiveram em foco no passado fim-de-semana ao conseguirem as duas primeiras posições no 'DownGames - Santa Comba Dão'.
Nesta prova, que teve bons momentos de competição, Emanuel Pombo - vencedor da edição deste ano do Funchal Down Town - cumpriu o percurso em 44,468 segundos, vencendo a geral e a categoria Elite, seguido pelo seu irmão, Daniel, que 47.992 segundos.
Esta prova teve um 'prize money' de 1.450 euros e decorreu numa zona com muitas zonas de espectáculo, onde o público assistiu ao desempenho dos 100 participantes.
A Berg Cycles/Sport Zone continua a dar uma boa imagem do BTT, contando para a prova de Santa Comba Dão, que teve organização da Associação Arcadas e Kalimodjo com os apoios da câmara local, enquanto a logística esteve a cargo da Suzuki, com a sua imagem desportiva e radical 'Way of Life'.
A participação dos irmãos Pombo nas provas de BTT nacionais, seja em terra ou nas provas espectáculo de cidade tem ficado sempre marcada pela conquista de bons resultados.
Agora, este fim-de-semana, os irmãos Pombo vão estar presentes no Festival Bike, que vai decorrer no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, na cidade de Guimarães.
Uma iniciativa na qual os madeirense hão-de voltar a mostrar todas as suas qualidades nesta modalidade.
Fonte: DIÁRIO
Nesta prova, que teve bons momentos de competição, Emanuel Pombo - vencedor da edição deste ano do Funchal Down Town - cumpriu o percurso em 44,468 segundos, vencendo a geral e a categoria Elite, seguido pelo seu irmão, Daniel, que 47.992 segundos.
Esta prova teve um 'prize money' de 1.450 euros e decorreu numa zona com muitas zonas de espectáculo, onde o público assistiu ao desempenho dos 100 participantes.
A Berg Cycles/Sport Zone continua a dar uma boa imagem do BTT, contando para a prova de Santa Comba Dão, que teve organização da Associação Arcadas e Kalimodjo com os apoios da câmara local, enquanto a logística esteve a cargo da Suzuki, com a sua imagem desportiva e radical 'Way of Life'.
A participação dos irmãos Pombo nas provas de BTT nacionais, seja em terra ou nas provas espectáculo de cidade tem ficado sempre marcada pela conquista de bons resultados.
Agora, este fim-de-semana, os irmãos Pombo vão estar presentes no Festival Bike, que vai decorrer no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, na cidade de Guimarães.
Uma iniciativa na qual os madeirense hão-de voltar a mostrar todas as suas qualidades nesta modalidade.
Fonte: DIÁRIO
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Obama: O discurso de vitória

Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.
É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.
É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.
Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.
É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.
Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.
Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.
O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.
Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.
Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.
E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.
Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.
E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.
Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.
E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.
E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.
Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.
Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.
Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.
Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.
Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.
Esta vitória é vossa.
E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.
Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.
Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.
Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.
Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.
O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.
Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.
Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.
Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.
Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.
Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.
Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.
Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.
Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.
Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.
Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.
São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.
Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.
E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.
E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.
Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.
É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.
Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.
Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.
E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.
Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.
Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.
Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.
Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.
Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.
E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.
Sim, podemos.
América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?
Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.
Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.
Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América
Tradução de Mª João Batalha Reis
É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.
É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.
Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.
É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.
Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.
Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.
O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.
Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.
Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.
E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.
Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.
E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.
Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.
E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.
E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.
Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.
Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.
Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.
Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.
Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.
Esta vitória é vossa.
E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.
Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.
Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.
Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.
Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.
O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.
Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.
Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.
Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.
Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.
Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.
Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.
Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.
Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.
Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.
Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.
São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.
Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.
E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.
E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.
Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.
É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.
Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.
Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.
E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.
Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.
Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.
Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.
Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.
Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.
E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.
Sim, podemos.
América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?
Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.
Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.
Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América
Tradução de Mª João Batalha Reis
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Campeonato Nacional - 1.ª Divisão Feminina
Sábado, 15-11-2008
15 horas
Ginásio do Centro Cívico da Ponta do Pargo
4ª Jornada
ADC Ponta do Pargo - CTM Ponta do Sol
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
AJUDE-NOS A MELHORAR
Ajude-nos a melhorar respondendo ao questionário que se encontra numa página exterior ao Ponta do Pargo News: aqui

O Clube de Ecologia: BARBUSANO da Escola Secundária Francisco Franco, mais uma vez, participa nas actividades da Associação Desportiva e Cultural da P
O Clube de Ecologia: BARBUSANO da Escola Secundária Francisco Franco, mais uma vez, participa nas actividades da Associação Desportiva e Cultural da Ponta do Pargo.Deixamos em baixo o plano de actividades deste clube para o ano de 2008/2009:
O Clube pretende, com as suas actividades, desenvolver na Comunidade capacidades no domínio da leitura e interpretação das paisagens, natural e humanizada, da Ilha da Madeira.
Pretende, igualmente, contribuir para a formação de espíritos críticos, de cidadãos capazes de defender o ambiente e o património, dois conceitos indissociáveis, e de acordo com o tema proposto para o presente ano lectivo.
Património Natural e Cultural.
I. Saídas de Campo / Visitas de Estudo
25/Out. - Cabo Girão - Boa Morte - Eira do Mourão - Fajã da Ribeira.
22/Nov. - Choupana - Vale Paraíso - Achada - Salgados - Levada da Assomada.
17/Jan. - Prazeres - Fajã da Ovelha - Vereda dos Zimbreiros - Paúl do Mar (intercâmbio com a Associação Desportiva e Cultural da Ponta do Pargo).
14/Fev. - Paúl da Serra - Levada do Paúl -Levada da Bica da Cana - Cascalho – Levada das Rabaças -Encumeada. (necessário Lanterna).
7/Mar. - Visita ao Museu e ao Jardim da Quinta das Cruzes e à Fortaleza do Pico (de manhã)
21/Mar. - Farol de São Jorge - Terras de Fora - Arco de São Jorge - Rocha da Entrosa - São Cristóvão (Boaventura).
16/Mai. - Pico do Areeiro - Pico Ruivo - Achada do Teixeira.
20 Jun. - Pico do Facho - Ribeira do Natal. Baia de Abra - Casa do Sardinha (Praia).
II. Concurso e Exposição de Fotografia
Tema – “Agricultura Madeirense – Que Desafios?”
21 de Abril – Inauguração da exposição na Galeria de Arte da E.S.F.F.
Entrega de Prémios e Conferência – Sala de sessões.
A exposição de fotografia estará aberta ao público entre 21 e 30 de Abril
III. Outras Actividades
• Apoio a alunos e professores
• Criação e dinamização do Blog do Clube (http://barbusano.blogspot.com/)
• Actividades práticas ligadas ao ambiente da nossa escola
• Edição e divulgação de informação sobre questões ambientais
• Actualização da mediateca do Clube
• Elaboração e divulgação de trabalhos referentes às Visitas de Estudo
• Participação em Encontros de Educação Ambiental e Cultural
• Estabelecimento de intercâmbio com outros organismos ligados à Educação Ambiental e Cultural
• Colaboração em Acções sobre Educação Ambiental e Cultural solicitadas por outras Escolas/Instituições
• Exposições temáticas
• Participação na Semana dos Clubes da ESFF
Composição da equipa coordenadora/Direcção:
Diamantino Joel Correia dos Santos
Maria Natividade C. Rodrigues de Jesus
Maria Cândida Rodrigues
Agustin Andrade Freitas
sábado, 1 de novembro de 2008
D. ANTÓNIO CARRILO VISITA A PARÓQUIA DA PONTA DO PARGO

Durante esta manhã D. António Carrilo esteve de visita à paróquia da Ponta do Pargo. A visita teve como principal objectivo ministrar o Sacramento da Confirmação a cerca de 52 Jovens das Comunidades paroquiais da Ponta do Pargo e Amparo. A cerimónia iniciou-se por volta das 10h30. Logo de seguida a este cerimónia D. António Carrilo teve o prazer de conviver com os crismandos, pais, padrinhos e familiares no Centro Paroquial da Ponta do Pargo que consistiu na distribuição de uma fatia de bolo e de champanhe, este gesto serviu de comemoração da primeira vez que o Bispo diocesano do Funchal se deslocou à freguesia da Ponta do Pargo em visita oficial.
D. António Carrilo dirigiu-se a população realçando a participação das famílias e dos jovens na vida Cristã. Salientou também a falta de sacerdotes na nossa diocese.
A População recebeu o Bispo diocesano com grande entusiasmo e com uma grande salva de palmas.
Brevemente o Ponta do Pargo News colocará fotografias, pois eu (administrador do Ponta do Pargo, João Pita) também fiz parte dos 52 Jovens que receberam o Sacramento da Confirmação.
Foto: Diocese do Funchal
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