Parabéns à Casa do Povo de São Roque do Faial pela organização do 2.º Dia do Turista no sítio do Ribeiro Frio .
Parabéns também à Rádio Santana FM pela divulgação do acontecimento.
Realço ainda a entrevista feita pelo Senhor Director Miguel Guarda ao Senhor Professor Heliodoro Dória, Presidente da Casa do Povo.
Este teve assim mais uma excelente oportunidade de falar de mais este evento que desenvolve na sua Freguesia.
Bem haja.
Continuem
Bom fim-de-semana.
http://cp-saoroquedofaial.blogspot.com/
sábado, 9 de agosto de 2008
Comerciante madeirense baleado mortalmente perto de Pretória
O comerciante português João Lira, de 57 anos, foi mortalmente baleado na quinta-feira à noite, em Culinan, arredores de Pretória.
Segundo dados recolhidos pela Agência Lusa, João Lira e a mulher, Ilda, estavam a fechar o estabelecimento comercial de que são proprietários, pouco passava das 21:30 locais (20:30 horas em Lisboa), quando dois assaltantes empunhando armas de fogo irromperam pela loja e exigiram dinheiro e outros bens.
Enquanto um deles se apoderava da mala de Ilda Lira, o outro disparou contra João Lira, atingindo-o mortalmente na zona do tórax.
João e Ilda Lira, que têm um filho de 10 anos, nasceram ambos em Ponta do Pargo, na ilha da Madeira.
Trata-se do quinto português ou luso-descendente morto desde 1 de Janeiro deste ano na África do Sul, em actos de criminalidade.
Mais de 18 mil pessoas são assassinadas todos os anos na África do Sul, sendo a criminalidade a maior preocupação dos agentes turísticos e desportivos para a realização do Mundial de futebol em 2010 no país.
Lusa
FONTE: DIÁRIO
Segundo dados recolhidos pela Agência Lusa, João Lira e a mulher, Ilda, estavam a fechar o estabelecimento comercial de que são proprietários, pouco passava das 21:30 locais (20:30 horas em Lisboa), quando dois assaltantes empunhando armas de fogo irromperam pela loja e exigiram dinheiro e outros bens.
Enquanto um deles se apoderava da mala de Ilda Lira, o outro disparou contra João Lira, atingindo-o mortalmente na zona do tórax.
João e Ilda Lira, que têm um filho de 10 anos, nasceram ambos em Ponta do Pargo, na ilha da Madeira.
Trata-se do quinto português ou luso-descendente morto desde 1 de Janeiro deste ano na África do Sul, em actos de criminalidade.
Mais de 18 mil pessoas são assassinadas todos os anos na África do Sul, sendo a criminalidade a maior preocupação dos agentes turísticos e desportivos para a realização do Mundial de futebol em 2010 no país.
Lusa
FONTE: DIÁRIO
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
1 Ano de Ponta do Pargo News
Lançamos um desafio a todos os nossos ilustres visitantes (aos benéficos e aos maléficos):
Descreva-nos a sua opinião acerca do nosso blog.
Neste blog não eliminamos nenhum comentário, respira-se liberdade de expressão (quando não abusada).
NOVIDADES
Como é conhecimento de todos o blog da mais linda terra da Madeira (que é a Ponta do Pargo sem dúvida) irá completar na próxima Quarta feira pelas 8.37 o seu primeiro ano de existência. Por isso nesse dia iremos apresentar algumas novidades que em colaboração com algumas pessoas ilustres da freguesia foi possível concretizar as novidades que brevemente serão apresentadas a todos os cibernautas.
UM CUMPRIMENTO ESPECIAL A TODOS QUE DURANTE ESTE ANO AJUDARAM A MINHA PESSOA A MOSTRAR UMA TERRA DISTANTE A UM MUNDO VIRTUAL.
Obrigado.
UM CUMPRIMENTO ESPECIAL A TODOS QUE DURANTE ESTE ANO AJUDARAM A MINHA PESSOA A MOSTRAR UMA TERRA DISTANTE A UM MUNDO VIRTUAL.
Obrigado.
O Administrador do Blog
João Pita
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Igreja Paroquial de São Pedro
IPA
Monumento
Nº IPA
PT062201070019
Designação
Igreja Paroquial de São Pedro
Localização
Funchal, Calheta, Ponta do Pargo
Acesso
Sítio da Ponta do Pargo, est. secundária da ER 101
Protecção
VC, Dec. nº 129/77, DR 226 de 29 Setembro 1977
Enquadramento
Rural, isolado num amplo adro sobrelevado à estrada, acedido por escada frontal, de 7 degraus em cantaria, e uma de 3 lanços, empedrados, a N., com balaustrada de cimento aparente; é empedrado a calhau rolado miúdo, à frente da Igreja com desenhos a pedra branca, formando tapete com tiara papal sobre par de chaves, uma rosácea e a data de 1951 e, aos lados, com meias circunferências, e possui algumas árvores.
Descrição
Planta longitudinal composta de nave única e capela-mor, com compartimento do camarim, torre sineira quadrada e sacristia a N., 2 capelas laterais fronteiras, e cartório e antiga residência paroquial a S. Volumes articulados com coberturas diferenciadas, de 4, 3, 2 e uma águas, em telha de aba e canudo, com beirais simples e torre com terraço. Fachadas percorridas por embasamento e cimalha, cunhais e vãos demarcados pintados a cinza. Fachada principal, orientada, em empena com cruz, em cantaria, de remates em trevo, com pilastras nos cunhais, rasgada por portal, de cantaria regional, em arco de volta perfeita sobre pilastras com capitéis e bases ressalvados, fecho em voluta, seguintes em ponta de diamante, filete intermédio relevado e cornija; encima-o janelão rectangular de portadas com vidros coloridos, cornija em forma de caixa de sanefa e brasão nacional com coroa real aberta e amplo paquife fitomórfico. Torre sineira, ligeiramente recuada, de 4 pisos, com janelas nos primeiros 2 da fachada com molduras de cantaria aparente, sendo a do piso térreo gradeada, uma sineira por cada face exterior no 3.º, com lintel em arco de volta perfeita, encimadas por mostradores de relógio; remate por cornija pintada a cinza e com parapeito do terraço em forma de "chapéu de cónego" e cruz electrificada. Fachada N. com portal de acesso à nave dentro da linguagem do anterior, arquitravado, com a data de 1609 junto à chave relevada e encimado pela tiara papal em cantaria; corpo saliente correspondente ao púlpito e, mais avançado, correspondente à capela de Santo Antão, a que segue outro corpo, com sacristia no piso térreo e salão de exposições no superior, acedido por escada exterior de cimento armado. Antiga residência paroquial e cartório adossados a E. com 2 pisos e escada de acesso ao piso superior em cantaria; escada de cimento armado de 2 lanços adossada à nave para acesso exterior ao coro. No INTERIOR, nave com pavimento lajeado a cantaria e soalho de madeira aos lados, percorrida por silhar de azulejos de padrão revivalistas, que se estende a todas as capelas, e coberta por tecto de madeira de 3 panos, pintado com motivos variados, sobre cornija também de madeira e amarrações de tirantes de ferro. Coro-alto com balaustrada de madeira, assente nas paredes e, ao centro, em colunas pintadas delimitando guarda-vento com bandeira envidraçada. No lado do Evangelho, sucedem-se baptistério, sob a torre, com largo arco de volta perfeita e grade de madeira pintada, púlpito facetado com baldaquino de madeira pintada com apontamentos de talha dourada e capela de Santo Antão, com arco de volta perfeita arquitravado em cantaria aparente e retábulo de talha pintado de branco e dourado. No lado da Epístola, cadeiral da confraria do Santíssimo a meia altura da parede, com escadório sob o coro e capela do Santíssimo, também com arco pleno arquitravado e retábulo de talha pintado de branco e dourado. Arco triunfal de volta perfeita arquitravado e com "pontas de diamante" nos seguintes, ladeado por 2 retábulos em talha branca e dourada, dedicados ao Sagrado Coração de Jesus e a Nossa Senhora da Conceição. Na capela-mor, pavimento de mármore e teia em ferro forjado precedendo o supedâneo onde se ergue o retábulo, pintado com apontamentos de talha dourada, com 2 pares de colunas a enquadrarem nichos com baldaquinos entalhados, camarim fundo com imagem do orago e frontão entalhado a enquadrar as armas reais; tecto de madeira de 3 panos pintado, com figuração do orago ao centro.
Descrição Complementar
Conjunto de retábulos de fundos e colunas lisas pintadas a branco, com mísulas e capitéis, enquadrando nichos e com frontões contendo nos tímpanos cartelas pintadas profusamente entalhados e dourados. Nas paredes da nave e capela-mor expõem-se várias telas.
Utilização Inicial
Cultual: Igreja Paroquial
Utilização Actual
Cultual: Igreja Paroquial
Propriedade
Privada: Igreja Católica
Afectação
Sem afectação
Época Construção
Sécs. 17 / 18 / 19 / 20
Arquitecto Construtor Autor
Engenheiros e mestres das obras reais Jerónimo Jorge ( 1609 ) e João António Vila Vicêncio ( 1790 ); pintor António Gouveia ( 1950 ).
Cronologia
1560, 4 Mar. - alvará régio de acrescentamento ao vigário de um moio de trigo e ¼ de vinho, sobre os 11$300 réis que tinha de sua 1.ª criação, com obrigação das missas dos sábados pelas almas dos Infantes; 1574, 12 Mar. - carta régia da mercê anual de 4$000 réis para a fábrica da Igreja; 1577, 1 Mar. - alvará régio de acrescentamento de 1$700 réis ao vigário sobre os 11$300 réis, um moio de trigo e ¼ de vinho que já tinha, dado contar a freguesia 46 fogos, com obrigação de ensinar doutrina aos seus fregueses; 1581, 9 Jul. - alvará régio de acrescentamento de 5$000 réis, sobre os 20$000 que já tinha passando a ter 25$000; 1589, 30 Jan. - alvará régio de acrescentamento de 30 alqueires de trigo e ¼ de vinho para despesas de sacristia e 3$000 réis das missas dos Infantes; 1609, 20 Jul. - ordem do Conselho da Fazenda para se arrematar a obras da nova igreja, orçada em 2:231$600 réis com o desconto de 60$000 réis do valor da pedra da igreja velha; 1764, 27 Out. e 23 Nov. - ordem do Conselho da Fazenda para se darem ao vigário, sob fiança, 490$960 réis para ornamentos; 1765, 4 Fev. e 5 Jun. - ordem do Conselho da Fazenda para se darem ao vigário sob fiança, 150$000 réis para um sino de 4 arrobas, descontando o sino velho; 1766, 20 Mai. e 1767, 11 Jul. - ordem do Conselho da Fazenda para se pôr em lanços a obra do retábulo, tribuna e camarim; 1768, 3 Jun. e 2 Ago - nova ordem do Conselho da Fazenda para se pôr a lanços a obra do retábulo, camarim e tribuna, orçamentada pelo mestre das obras reais em 6:030$000, que mesmo descendo 600$000 não obteve colocação, pelo que devia ir novamente à praça; 1835 - vinculação da paróquia ao novo concelho do Porto do Moniz; 1849 - supressão do concelho do Porto do Moniz e reintegração no da Calheta; 1851 - reedificação parcial da Igreja, despendendo-se 1:700$000 réis; 1855 - restauro do concelho do Porto do Moniz e reinstalação da Ponta do Pargo; 1871, 26 Jul. - lei desanexando-o do Porto do Moniz e reinstalação na Calheta; 1950 / 1951 - campanha de obras na Igreja, com execução das telas pelo pintor António Gouveia e construção do adro.
Tipologia
Arquitectura religiosa, maneirista e moderna. Igreja maneirista de planta longitudinal composta e nave única, fachada principal em empena e com portal de arco pleno arquitravado encimado por janela e brasão.
Características Particulares
Igreja de construção maneirista de que conserva a planimetria, com duas capelas laterais confrontantes, e a organização da fachada principal. A estrutura dos portais, em arco pleno arquitravado sobre pilastras e com "pontas de diamante" nos seguintes, surge igualmente no arco triunfal e nos arcos de acesso às capelas laterais, ainda que estas tenham os seguintes em alvenaria rebocada. A coroa aberta nas armas nacionais da frontaria, com paquife de carácter geométrico, é anterior à reforma de armas de D. Sebastião ( 1557 - 1578 ). O cadeiral colocado a meia altura da parede, no lado da Epístola, é de estrutura e decoração semelhante a outros insulares. Os vários retábulos, provavelmente foram feitos no séc. 20, num revivalismo neorococó. O silhar de azulejos e as pinturas dos tectos, de temática alusiva à ilha da Madeira, são de finais do séc. 20.
Dados Técnicos
Paredes autoportantes.
Materiais
Cantaria mole e rígida regional aparente, alvenaria de cantaria regional rebocada, madeira ( carvalho e outras ), amarrações mistas de tirantes de madeira e de ferro, calhau rolado miúdo preto e branco, talha dourada e pintada, pintura sobre madeira, azulejos, vidro e telha de aba e canudo.
Bibliografia
FRUTUOSO, Gaspar, Saudades da Terra, Ponta Delgada, 1968; NORONHA, Henrique Henriques de, Memórias Seculares e Eclesiásticas...1722, Funchal, 1997; SILVA, Padre Fernando Augusto da, Elucidário Madeirense, 3 vols., Funchal, 1945; CLODE, Luiz Peter, Património artístico da Ilha da Madeira: Lampadários, Funchal, 1949; SARMENTO, Alberto Artur, Freguesias da Madeira, Funchal, 1953; SAINZ-TRUEVA, José Manuel de, Igrejas, casas, fortalezas e capelas brasonadas da ilha da Madeira e Porto Santo, Atlântico, nº 11, Outono 1987, pp. 182 a 196; CARITA, Rui, História da Madeira, vols. 4 e 5, Funchal, 1996 e 1999; Na Ponta do Pargo. Projecto pedagógico abre torre da igreja ao público, Jornal da Madeira, Funchal, 31 Março 1997; SOUSA, Nélio de, Ponta do Pargo - património exposto na torre da igreja, Diário de Notícias, Funchal, p. 14, 16 Abril 1998; LADEIRA, Paulo, São Pedro da Ponta do Pargo, trabalho para seminário de Mestrado em História e Cultura das Regiões, Universidade da Madeira, 2000; Diário de Notícias, Funchal, 10 Mar. 2001; Jornal da Madeira, 14 Mar. 2001.
Documentação Gráfica
GR: Equipamento Social; DRAC, Funchal
Documentação Fotográfica
Museu Vicentes Photographos; DRAC, Funchal
Documentação Administrativa
IAN/TT: Junta da Real Fazenda e Provedoria do Funchal; ARM: CMF, RN e GC, Funchal
Intervenção Realizada
Fábrica da Igreja Paroquial: 1950 / 1951 - obras de conservação na igreja e adro; 1997 - recuperação da cobertura, pintura da fachada, arranjo das portas, reparação dos soalhos e substituição de cantaria na nave; 1998 - recuperação da torre; 1999 - remodelação das pinturas dos tectos e obras gerais de conservação no restante interior.
Observações
Antes das obras de restauro de 1999, o tecto da nave era decorado por tela pintada com temática alusiva a São Pedro, de qualidade e estilo muito superior e distintas das pinturas actuais. Também a estrutura de cantaria das capelas laterais e do arco triunfal eram pintados, tendo no seu intradorso motivos fitomórficos.
Autor e Data
Rui Carita 2001
Actualização
Não definido
Fonte: http://www.monumentos.pt/Monumentos/forms/002_B1.aspx
Monumento
Nº IPA
PT062201070019
Designação
Igreja Paroquial de São Pedro
Localização
Funchal, Calheta, Ponta do Pargo
Acesso
Sítio da Ponta do Pargo, est. secundária da ER 101
Protecção
VC, Dec. nº 129/77, DR 226 de 29 Setembro 1977
Enquadramento
Rural, isolado num amplo adro sobrelevado à estrada, acedido por escada frontal, de 7 degraus em cantaria, e uma de 3 lanços, empedrados, a N., com balaustrada de cimento aparente; é empedrado a calhau rolado miúdo, à frente da Igreja com desenhos a pedra branca, formando tapete com tiara papal sobre par de chaves, uma rosácea e a data de 1951 e, aos lados, com meias circunferências, e possui algumas árvores.
Descrição
Planta longitudinal composta de nave única e capela-mor, com compartimento do camarim, torre sineira quadrada e sacristia a N., 2 capelas laterais fronteiras, e cartório e antiga residência paroquial a S. Volumes articulados com coberturas diferenciadas, de 4, 3, 2 e uma águas, em telha de aba e canudo, com beirais simples e torre com terraço. Fachadas percorridas por embasamento e cimalha, cunhais e vãos demarcados pintados a cinza. Fachada principal, orientada, em empena com cruz, em cantaria, de remates em trevo, com pilastras nos cunhais, rasgada por portal, de cantaria regional, em arco de volta perfeita sobre pilastras com capitéis e bases ressalvados, fecho em voluta, seguintes em ponta de diamante, filete intermédio relevado e cornija; encima-o janelão rectangular de portadas com vidros coloridos, cornija em forma de caixa de sanefa e brasão nacional com coroa real aberta e amplo paquife fitomórfico. Torre sineira, ligeiramente recuada, de 4 pisos, com janelas nos primeiros 2 da fachada com molduras de cantaria aparente, sendo a do piso térreo gradeada, uma sineira por cada face exterior no 3.º, com lintel em arco de volta perfeita, encimadas por mostradores de relógio; remate por cornija pintada a cinza e com parapeito do terraço em forma de "chapéu de cónego" e cruz electrificada. Fachada N. com portal de acesso à nave dentro da linguagem do anterior, arquitravado, com a data de 1609 junto à chave relevada e encimado pela tiara papal em cantaria; corpo saliente correspondente ao púlpito e, mais avançado, correspondente à capela de Santo Antão, a que segue outro corpo, com sacristia no piso térreo e salão de exposições no superior, acedido por escada exterior de cimento armado. Antiga residência paroquial e cartório adossados a E. com 2 pisos e escada de acesso ao piso superior em cantaria; escada de cimento armado de 2 lanços adossada à nave para acesso exterior ao coro. No INTERIOR, nave com pavimento lajeado a cantaria e soalho de madeira aos lados, percorrida por silhar de azulejos de padrão revivalistas, que se estende a todas as capelas, e coberta por tecto de madeira de 3 panos, pintado com motivos variados, sobre cornija também de madeira e amarrações de tirantes de ferro. Coro-alto com balaustrada de madeira, assente nas paredes e, ao centro, em colunas pintadas delimitando guarda-vento com bandeira envidraçada. No lado do Evangelho, sucedem-se baptistério, sob a torre, com largo arco de volta perfeita e grade de madeira pintada, púlpito facetado com baldaquino de madeira pintada com apontamentos de talha dourada e capela de Santo Antão, com arco de volta perfeita arquitravado em cantaria aparente e retábulo de talha pintado de branco e dourado. No lado da Epístola, cadeiral da confraria do Santíssimo a meia altura da parede, com escadório sob o coro e capela do Santíssimo, também com arco pleno arquitravado e retábulo de talha pintado de branco e dourado. Arco triunfal de volta perfeita arquitravado e com "pontas de diamante" nos seguintes, ladeado por 2 retábulos em talha branca e dourada, dedicados ao Sagrado Coração de Jesus e a Nossa Senhora da Conceição. Na capela-mor, pavimento de mármore e teia em ferro forjado precedendo o supedâneo onde se ergue o retábulo, pintado com apontamentos de talha dourada, com 2 pares de colunas a enquadrarem nichos com baldaquinos entalhados, camarim fundo com imagem do orago e frontão entalhado a enquadrar as armas reais; tecto de madeira de 3 panos pintado, com figuração do orago ao centro.
Descrição Complementar
Conjunto de retábulos de fundos e colunas lisas pintadas a branco, com mísulas e capitéis, enquadrando nichos e com frontões contendo nos tímpanos cartelas pintadas profusamente entalhados e dourados. Nas paredes da nave e capela-mor expõem-se várias telas.
Utilização Inicial
Cultual: Igreja Paroquial
Utilização Actual
Cultual: Igreja Paroquial
Propriedade
Privada: Igreja Católica
Afectação
Sem afectação
Época Construção
Sécs. 17 / 18 / 19 / 20
Arquitecto Construtor Autor
Engenheiros e mestres das obras reais Jerónimo Jorge ( 1609 ) e João António Vila Vicêncio ( 1790 ); pintor António Gouveia ( 1950 ).
Cronologia
1560, 4 Mar. - alvará régio de acrescentamento ao vigário de um moio de trigo e ¼ de vinho, sobre os 11$300 réis que tinha de sua 1.ª criação, com obrigação das missas dos sábados pelas almas dos Infantes; 1574, 12 Mar. - carta régia da mercê anual de 4$000 réis para a fábrica da Igreja; 1577, 1 Mar. - alvará régio de acrescentamento de 1$700 réis ao vigário sobre os 11$300 réis, um moio de trigo e ¼ de vinho que já tinha, dado contar a freguesia 46 fogos, com obrigação de ensinar doutrina aos seus fregueses; 1581, 9 Jul. - alvará régio de acrescentamento de 5$000 réis, sobre os 20$000 que já tinha passando a ter 25$000; 1589, 30 Jan. - alvará régio de acrescentamento de 30 alqueires de trigo e ¼ de vinho para despesas de sacristia e 3$000 réis das missas dos Infantes; 1609, 20 Jul. - ordem do Conselho da Fazenda para se arrematar a obras da nova igreja, orçada em 2:231$600 réis com o desconto de 60$000 réis do valor da pedra da igreja velha; 1764, 27 Out. e 23 Nov. - ordem do Conselho da Fazenda para se darem ao vigário, sob fiança, 490$960 réis para ornamentos; 1765, 4 Fev. e 5 Jun. - ordem do Conselho da Fazenda para se darem ao vigário sob fiança, 150$000 réis para um sino de 4 arrobas, descontando o sino velho; 1766, 20 Mai. e 1767, 11 Jul. - ordem do Conselho da Fazenda para se pôr em lanços a obra do retábulo, tribuna e camarim; 1768, 3 Jun. e 2 Ago - nova ordem do Conselho da Fazenda para se pôr a lanços a obra do retábulo, camarim e tribuna, orçamentada pelo mestre das obras reais em 6:030$000, que mesmo descendo 600$000 não obteve colocação, pelo que devia ir novamente à praça; 1835 - vinculação da paróquia ao novo concelho do Porto do Moniz; 1849 - supressão do concelho do Porto do Moniz e reintegração no da Calheta; 1851 - reedificação parcial da Igreja, despendendo-se 1:700$000 réis; 1855 - restauro do concelho do Porto do Moniz e reinstalação da Ponta do Pargo; 1871, 26 Jul. - lei desanexando-o do Porto do Moniz e reinstalação na Calheta; 1950 / 1951 - campanha de obras na Igreja, com execução das telas pelo pintor António Gouveia e construção do adro.
Tipologia
Arquitectura religiosa, maneirista e moderna. Igreja maneirista de planta longitudinal composta e nave única, fachada principal em empena e com portal de arco pleno arquitravado encimado por janela e brasão.
Características Particulares
Igreja de construção maneirista de que conserva a planimetria, com duas capelas laterais confrontantes, e a organização da fachada principal. A estrutura dos portais, em arco pleno arquitravado sobre pilastras e com "pontas de diamante" nos seguintes, surge igualmente no arco triunfal e nos arcos de acesso às capelas laterais, ainda que estas tenham os seguintes em alvenaria rebocada. A coroa aberta nas armas nacionais da frontaria, com paquife de carácter geométrico, é anterior à reforma de armas de D. Sebastião ( 1557 - 1578 ). O cadeiral colocado a meia altura da parede, no lado da Epístola, é de estrutura e decoração semelhante a outros insulares. Os vários retábulos, provavelmente foram feitos no séc. 20, num revivalismo neorococó. O silhar de azulejos e as pinturas dos tectos, de temática alusiva à ilha da Madeira, são de finais do séc. 20.
Dados Técnicos
Paredes autoportantes.
Materiais
Cantaria mole e rígida regional aparente, alvenaria de cantaria regional rebocada, madeira ( carvalho e outras ), amarrações mistas de tirantes de madeira e de ferro, calhau rolado miúdo preto e branco, talha dourada e pintada, pintura sobre madeira, azulejos, vidro e telha de aba e canudo.
Bibliografia
FRUTUOSO, Gaspar, Saudades da Terra, Ponta Delgada, 1968; NORONHA, Henrique Henriques de, Memórias Seculares e Eclesiásticas...1722, Funchal, 1997; SILVA, Padre Fernando Augusto da, Elucidário Madeirense, 3 vols., Funchal, 1945; CLODE, Luiz Peter, Património artístico da Ilha da Madeira: Lampadários, Funchal, 1949; SARMENTO, Alberto Artur, Freguesias da Madeira, Funchal, 1953; SAINZ-TRUEVA, José Manuel de, Igrejas, casas, fortalezas e capelas brasonadas da ilha da Madeira e Porto Santo, Atlântico, nº 11, Outono 1987, pp. 182 a 196; CARITA, Rui, História da Madeira, vols. 4 e 5, Funchal, 1996 e 1999; Na Ponta do Pargo. Projecto pedagógico abre torre da igreja ao público, Jornal da Madeira, Funchal, 31 Março 1997; SOUSA, Nélio de, Ponta do Pargo - património exposto na torre da igreja, Diário de Notícias, Funchal, p. 14, 16 Abril 1998; LADEIRA, Paulo, São Pedro da Ponta do Pargo, trabalho para seminário de Mestrado em História e Cultura das Regiões, Universidade da Madeira, 2000; Diário de Notícias, Funchal, 10 Mar. 2001; Jornal da Madeira, 14 Mar. 2001.
Documentação Gráfica
GR: Equipamento Social; DRAC, Funchal
Documentação Fotográfica
Museu Vicentes Photographos; DRAC, Funchal
Documentação Administrativa
IAN/TT: Junta da Real Fazenda e Provedoria do Funchal; ARM: CMF, RN e GC, Funchal
Intervenção Realizada
Fábrica da Igreja Paroquial: 1950 / 1951 - obras de conservação na igreja e adro; 1997 - recuperação da cobertura, pintura da fachada, arranjo das portas, reparação dos soalhos e substituição de cantaria na nave; 1998 - recuperação da torre; 1999 - remodelação das pinturas dos tectos e obras gerais de conservação no restante interior.
Observações
Antes das obras de restauro de 1999, o tecto da nave era decorado por tela pintada com temática alusiva a São Pedro, de qualidade e estilo muito superior e distintas das pinturas actuais. Também a estrutura de cantaria das capelas laterais e do arco triunfal eram pintados, tendo no seu intradorso motivos fitomórficos.
Autor e Data
Rui Carita 2001
Actualização
Não definido
Fonte: http://www.monumentos.pt/Monumentos/forms/002_B1.aspx
Preço do petróleo cai quase 30 dólares
O preço do petróleo estava hoje a descer para os 118 dólares o barril no mercado de Nova Iorque, tendo já perdido quase 30 dólares desde o máximo de 147,27 dólares atingido em 11 de Julho.
A cotação do crude estava hoje a deslizar em Nova Iorque perante a expectativa de que a tempestade tropical Eduardo não vai afectar as instalações petrolíferas norte-americanas situadas no Golfo do México.
O preço do petróleo está a cotar ao seu nível mais baixo desde o início de Maio devido também a uma previsível quebra da procura, em consequência do abrandamento económico, e à menor atracção dos investidores para investir em "commodities" com a valorização do dólar.
O dólar está a negociar ao seu mais elevado nível, a 1.5494 dólares por euro, desde 24 de Junho.
O preço do petróleo para entrega em Setembro estava, às 11:38, a cair 3,41 dólares o barril para 118 dólares no mercado electrónico de Nova Iorque.
O preço do petróleo de Brent, para entrega em Setembro, estava a cair 3,77 dólares o barril, para 116,91 dólares, no mercado londrino.
Lusa
FONTE: DIÁRIO
A cotação do crude estava hoje a deslizar em Nova Iorque perante a expectativa de que a tempestade tropical Eduardo não vai afectar as instalações petrolíferas norte-americanas situadas no Golfo do México.
O preço do petróleo está a cotar ao seu nível mais baixo desde o início de Maio devido também a uma previsível quebra da procura, em consequência do abrandamento económico, e à menor atracção dos investidores para investir em "commodities" com a valorização do dólar.
O dólar está a negociar ao seu mais elevado nível, a 1.5494 dólares por euro, desde 24 de Junho.
O preço do petróleo para entrega em Setembro estava, às 11:38, a cair 3,41 dólares o barril para 118 dólares no mercado electrónico de Nova Iorque.
O preço do petróleo de Brent, para entrega em Setembro, estava a cair 3,77 dólares o barril, para 116,91 dólares, no mercado londrino.
Lusa
FONTE: DIÁRIO
Heráldica da Freguesia
Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Publicada no Diário da República, III Série de 16/10/2001

Armas - Escudo de verde, asna abaixada de vermelho, perfilada de ouro, acompanhada em chefe por duas chaves, uma de ouro e outra de prata, passadas em aspa e com os palhetões para o chefe e, em ponta, um pargo de prata, realçado de negro. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “ PONTA DO PARGO – CALHETA”
GG
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
CALHETA COM NÚMERO NA PORTA

É o arrumar de casa por parte da Câmara Municipal da Calheta. Os proprietários das muitas moradias no município da Calheta vão ver dentro de pouco tempo a numeração de polícia chegar às suas portas. A decisão já mereceu a concordância do executivo liderado por Manuel Baeta, presidente da autarquia local, confirmado aliás por Júlio Urbino, vereador com o pelouro da toponímia, que depois de ter avançado em Junho do ano passado com o projecto dos nomes aos lugares, dá assim, por encerrado a iniciativa com a introdução de mais esta importante medida.
A lacuna persistiu durante anos e foi inicialmente colmatada com um investimento da autarquia orçado em 75 mil euros com a aquisição de 1.000 placas com as respectivas inscrições.
Os interessados podem adquiri-las nalgumas lojas de ferragens do concelho. Aliás esta foi outra forma que a Câmara Municipal encontrou para envolver o comércio local, permitindo não só que os moradores possam ter junto às suas residências o formato escolhido como autorizar que os comerciantes possam igualmente arrecadar alguns dividendos com esta postura municipal.
Nesta iniciativa será os próprios munícipes que vão suportar os custos pela aquisição das placas com o respectivos números. O DIÁRIO contactou uma das empresas que garantiu ter já disponível para venda as placas em formato de alumínio ou em inox, com os preços a variar entre os €2 e os €3,85 respectivamente.
Estima-se que ao todo alguns milhares de placas identificativas passem a figurar na fachada principal das casas. Antes os proprietários devem dirigir-se aos serviços da autarquia e requer a numeração.
Durante o processo de instalação da toponímia a autarquia contou com o apoio específico da Direcção Regional de Geografia e Cadastro e ainda das várias figuras que integraram a comissão de toponímia. Recorde-se que foram contempladas com a atribuição de duas únicas avenidas as freguesias da Calheta e do Paul do Mar. A marginal da vila passou a ser classificada por Avenida D. Manuel I. A homenagem deve-se ao facto de o rei ter elevado em 1502 a Calheta a vila. Os pescadores da freguesia do Paul do Mar, "ficam" com outra Avenida, denominada 'Pescadores Paulenses'.
Fonte: DIÁRIO
A lacuna persistiu durante anos e foi inicialmente colmatada com um investimento da autarquia orçado em 75 mil euros com a aquisição de 1.000 placas com as respectivas inscrições.
Os interessados podem adquiri-las nalgumas lojas de ferragens do concelho. Aliás esta foi outra forma que a Câmara Municipal encontrou para envolver o comércio local, permitindo não só que os moradores possam ter junto às suas residências o formato escolhido como autorizar que os comerciantes possam igualmente arrecadar alguns dividendos com esta postura municipal.
Nesta iniciativa será os próprios munícipes que vão suportar os custos pela aquisição das placas com o respectivos números. O DIÁRIO contactou uma das empresas que garantiu ter já disponível para venda as placas em formato de alumínio ou em inox, com os preços a variar entre os €2 e os €3,85 respectivamente.
Estima-se que ao todo alguns milhares de placas identificativas passem a figurar na fachada principal das casas. Antes os proprietários devem dirigir-se aos serviços da autarquia e requer a numeração.
Durante o processo de instalação da toponímia a autarquia contou com o apoio específico da Direcção Regional de Geografia e Cadastro e ainda das várias figuras que integraram a comissão de toponímia. Recorde-se que foram contempladas com a atribuição de duas únicas avenidas as freguesias da Calheta e do Paul do Mar. A marginal da vila passou a ser classificada por Avenida D. Manuel I. A homenagem deve-se ao facto de o rei ter elevado em 1502 a Calheta a vila. Os pescadores da freguesia do Paul do Mar, "ficam" com outra Avenida, denominada 'Pescadores Paulenses'.
Fonte: DIÁRIO
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Materiais para venda
Comunica-se que está a venda alguns materiais (Balcões, Prateleiras e Máquina Registadora) da loja Lourenço & Lourenço. Poderá contactar a nossa redacção por pontadopargo@gmail.com ou por 966730231.
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